Rua Dr. Jesuíno Maciel, 1358 - Campo Belo - São Paulo - SP
Dr. Giovanni Capozzielli
Diretor Técnico Médico
CRM-SP 124333

Cirurgia da Obesidade

Um trabalho de planejamento
individualizado e multidisciplinar

A indicação da cirurgia, assim como o tipo e técnica a serem
adotados, envolve um trabalho de planejamento
individualizado e multidisciplinar – com cirurgiões,
psicólogos, endocrinologistas, nutricionistas, entre
outros profissionais.

Na Clínica Capozzielli, em São Paulo, a equipe
multidisciplinar acompanha o paciente com carinho desde o
amadurecimento de sua decisão e
pré-operatório até o pós-operatório.

OBESIDADE E
INDICAÇÕES

Descubra as razões
da obesidade e calcule
seu IMC
TRATAMENTOS
E CIRURGIAS

Confira os tipos de
cirurgias que realizamos
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Obesidade e indicações

Sabemos que existe uma epidemia mundial de
obesidade. Desde o início do século 20, o número de
pessoas com sobrepeso e obesas cresceu
assustadoramente, ameaçando a saúde pública e a quali-
dade da vida humana.

Essa preocupação levou ao desenvolvimento e
aperfeiçoamento de novas abordagens médicas para o
tratamento e até cura da síndrome metabólica, como a
técnica da cirurgia bariátrica, procedimento
minimamente invasivo, realizado por videolaparoscopia e
de reconhecido resultado positivo.

É unanimidade nas áreas da saúde que a principal causa do aumento da obesidade no mundo ocidental está no nosso atual estilo de vida, marcado por uma dieta alimentar hipercalórica e pelo sedentarismo.

Hoje temos à disposição grande variedade de alimentos processados, que nos levam a ingerir calorias a mais e a mastigar menos, o que também é prejudicial à saúde. Além disso, passamos a maior parte do dia sentados, seja trabalhando, estudando, assistindo tevê ou usando computador.

A má dieta alimentar e o sedentarismo fazem o organismo acumular mais gordura do que necessita, causando obesidade e doenças associadas a ela. E caso esse estilo de vida não mude, as próximas gerações provavelmente irão viver menos devido a essas doenças. Estudos científicos demonstram que a herança genética tem grande influência no excesso de peso. Um exemplo citado é de uma pesquisa na Dinamarca realizada com crianças adotadas que se tornaram obesas não devido aos hábitos alimentares da família que as adotaram, mas por herança dos pais biológicos. Outro estudo, com gêmeos idênticos, mostrou tendência a terem peso similar, o que não ocorreu com gêmos fraternos, com genes diferentes.

O metabolismo também tem importante papel na obesidade. Pesquisas mencionam a teoria do “ponto de ajuste” ou set point, um mecanismo que temos no cérebro que ajudaria a manter o peso quando não nos alimentamos e quando perdemos energia com atividade física, por exemplo. Por isso, durante uma dieta, existe a tendência do peso estacionar, em vez de diminuir como ocorre no início do processo.

Também é reconhecida a influência do estado emocional no aumento do peso: pessoas obesas com autoestima reduzida sofrem desequilíbrio no nível de serotonina, o hormônio do bem-estar, e tendem a ter mais apetite.

Além de afetar a qualidade de vida, a obesidade causa doenças associadas a esta condição, chamadas de comorbidades e causadoras de mortalidade precoce. As mais frequentes são:

  • •   Apneia do sono
  • •   Artralgia (dores articulares)
  • •   AVC (Acidente Vascular Cerebral)
  • •   Câncer do intestino, mama, endométrio, rim e esôfago
  • •   Diabetes
  • •   Hipertensão arterial
  • •   Infarto
  • •   Vasculopatias (anormalidades vasculares)

Existem duas formas da gordura se distribuir no organismo: a androide e a ginoide.

A androide apresenta predominância da gordura visceral, concentrada principalmente na cavidade abdominal. A circunferência do corpo aumenta, ganhando aspecto de maçã. É a gordura mais perigosa. Seus portadores correm risco de sofrer de hipertensão arterial e diabetes, doenças que podem causar morte precoce. É mais comum em homens.

A ginóide se caracteriza pela fixação da gordura embaixo da pele (tecido subcutâneo) principalmente nas áreas do quadril e coxa. O contorno corporal ganha aspecto de pera. Esse tipo de obesidade afeta principalmente os movimentos, sobrecarregando joelhos e pernas. É mais comum nas mulheres.

Não basta olhar no espelho ou não caber mais na roupa para saber se estamos acima do peso. É importante consultar o IMC, o Índice de Massa Corporal, método que calcula matematicamente a relação entre peso e altura para indicar o grau de obesidade, uma vez que cada grau exige uma abordagem médica diferente. Use a calculadora ao lado e descubra.

Interpretação do resultado

IMC CLASSIFICAÇÃO
Até 18,5 e 24,99 Peso normal
Entre 25 e 29,99 Sobrepeso
Entre 30 e 34,99 Obesidade Grau 1
Entre 35 e 39,99 Obesidade Grau 2 (severa)
Acima de 40 Obesidade Grau 3 (mórbida)

Atenção: este cálculo não é aplicável a crianças.

O índice também não considera a porcentagem de gordura, massa muscular ou de água, que também devem ser considerados e podem ser verificados por meio da técnica da bioimpedanciometria.

Digite seu dados
para calcular
seu IMC

Tratamentos e cirurgias

O tratamento da obesidade é sempre clínico e multidisciplinar, combinando reeducação alimentar, atividade física e apoio psicológico. O uso de medicamentos se aplica a alguns quadros clínicos, devido aos seus possíveis efeitos colaterais.

Este método, porém, surte efeito apenas para os graus mais baixos de obesidade. As pessoas muito obesas não respondem positivamente a essa terapêutica, apresentando ou dificuldade para emagrecer ou voltando a engordar. Para estes casos é recomendada a cirurgia bariátrica, que segue protocolos internacionais.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, esse tipo de cirurgia bariátrica está indicado para pacientes com IMC acima de 35 que tenham complicações de doenças associadas ou pacientes com IMC maior que 40, que não tenham obtido sucesso na perda de peso com outros tratamentos, ou seja, pessoas que apresentam obesidade mórbida.

A palavra mórbida, neste caso, é usada no sentido de alertar sobre os riscos que este tipo de obesidade traz à saúde e à vida do seu portador. Sabe-se que pacientes nesta condição não conseguem atingir o peso normal, não por falta de vontade, mas por haver outros fatores envolvidos. E que não podem ser curados enquanto não for resolvido o problema da obesidade.

É consenso na medicina mundial, que o único tratamento eficaz para combater estes casos de obesidade é a cirurgia bariátrica.

O Brasil já é o segundo país no mundo na realização desse procedimento. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), em 2014 foram efetuadas cerca de 88 mil cirurgias bariátricas.

Cirurgia bariátrica é uma especialidade relativamente nova, tendo se desenvolvido a partir da metade do século passado. Até então não existiam tratamentos para os obesos mórbidos e muitos deles, inclusive jovens, falecerem em decorrência das doenças causadas por este esta condição.

Hoje esta cirurgia é comum no mundo todo, principalmente por seus benefícios e resultados altamente satisfatórios para a saúde e qualidade de vida dos pacientes que dela necessitam.

Técnicas minimamente invasivas, com uso da videolaparoscopia, reduziram não só o risco cirúrgico como o tempo de recuperação do paciente e as complicações associadas ao pós-operatório.

Os procedimentos mais comuns de cirurgia bariátrica são Balão Gástrico, a Gatrectomia Vertical (Sleeve) e o Bypass Gástrico.

As principais razões para optar pela cirurgia bariátrica é o paciente obeso recuperar a saúde e aumentar sua expectativa de vida com qualidade.

Desde a sua fundação, a Clínica Capozzielli se preocupou em oferecer esta opção entre as suas especialidades. Clínicos, cirurgiões e uma equipe multidisciplinar colocam toda a sua experiência profissional à disposição de cada paciente, sempre alinhados com nosso princípio de atendimento humanizado.

Técnica indicada para o tratamento da obesidade resistente, principalmente para incentivar a adoção de novos hábitos alimentares e de vida. Também chamada de balão gástrico, sugere uma perda de peso entre 12 a 20%.

Trata-se de procedimento ambulatorial, ou seja, não necessita internação hospitalar. Não deixa sequelas no estômago e, segundo a literatura médica, é um método com raras complicações.

Como funciona

Uma prótese de silicone murcha é introduzida no estômago por endoscopia e preenchida com soro azul, ganhando formato redondo como o de um balão. O objetivo é criar a sensação de estômago cheio, induzindo o paciente a comer menos.

A cor do soro tem uma razão especial. Na eventualidade de perfuração da prótese – o que raramente ocorre – o líquido extravasa e colore a urina, sinalizando ser necessária a retirada do balão nas próximas 24 horas.

O BIG deve permanecer no estômago por um período máximo de seis meses. Se necessário, pode-se instalar outro BIG por mais seis meses, desde que respeitado um intervalo de dois meses.

Quem deve colocar o BIG

Pacientes com IMC abaixo de 35, com risco de doenças associadas (comorbidades) e que foram submetidos a tratamento clínico por mais de três anos sem obter resposta.

Pacientes com IMC acima de 35 que não podem ser submetidos a cirurgias devido ao elevado risco de comorbidades.

Pacientes com IMC acima de 50 que irão se submeter à cirurgia bariátrica e precisam perder o excesso de peso antes do procedimento.

Cirurgia para reduzir o volume do estômago em dois terços, ou seja, para 30% do seu tamanho original. A perda de peso também é em torno de 30%. Por retirar parte de um órgão, trata-se de cirurgia irreversível.

Como funciona

Essa técnica, realizada por videolaparoscopia, retira uma grande parte do estômago e une as restantes por meio de pequenos grampos especiais, formando um tubo vertical. O objetivo é reduzir a ingestão de alimentos pela restrição de espaço.

Com a redução, cai também a produção de grelina, o “hormônio da fome”, causando a diminuição do apetite.

Essa cirurgia é contraindicada para pacientes com histórico de inflamação do esôfago (esofagite), devido à possibilidade de ocorrer refluxo caso haja ingestão de mais alimentos do que o desejável.

Quem deve fazer

Pacientes com IMC de 40 ou mais. Ou com IMC 35 e acima, desde que apresentem doenças associadas à obesidade.

É a técnica mais usada no mundo para o tratamento da obesidade mórbida, representando cerca de 70% das cirurgias bariátricas. É reversível, pois não há retirada de órgão ou de sua parte.

O procedimento visa diminuir o tamanho do estômago para restringir a ingestão e a absorção de alimentos.

A perda média de peso é de 35 a 40%, o que é considerado satisfatório para melhorar a condição clínica e a qualidade de vida do paciente. Os resultados são de longo prazo.

Como funciona

A cirurgia é realizada em hospital com uso da tecnologia da videolaparoscopia. Por meio de seis pequenos furos externos, os instrumentos chegam à cavidade abdominal e fazem desvios entre o estômago e o intestino, de forma a tornar bem menor a parte do estômago que irá receber a comida.

Esse desvio também estimula a produção do hormônio GLP-1, que diminui o apetite. Como resultado, além de ter menos fome, o paciente não consegue ingerir mais alimento do que o necessário.

Quem deve fazer

Pacientes com obesidade mórbida (IMC acima de 40), pois promove e mantém o emagrecimento por longo prazo.

A mesma técnica permite realizar o desvio duodenal, que impede a comida de passar pelo duodeno, podendo beneficiar, e às vezes até curar, pacientes com Diabetes Tipo 2, pois estimula a função pancreática, promovendo o aumento da produção de insulina.

Por outro lado, pode prejudicar a absorção de ferro, cálcio e vitamina B12, predispondo o paciente à anemia, desnutrição e osteoporose, exigindo, portanto, acompanhamento médico regular.

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