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Câncer de Mama - Estimativa

Segundo o Instituto Nacional de Câncer – INCA, estavam previstos 59.700 novos casos de câncer de mama em 2019 no  Brasil, com risco estimado de 56,33 casos  a cada 100 mil mulheres.

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres depois do câncer de pele não melanoma, o que significa 25% de novos casos a cada ano.

(Fonte: Instituto Nacional de Câncer – INCA)

- Dra. Eveline Oliveira - Doutorado em Radiologia pela FM/USP 106416

Como surgiu o Outubro Rosa?

O movimento conhecido como "Outubro Rosa" nasceu nos Estados Unidos, na década de 90, para estimular a sociedade a participar do controle do câncer de mama. Nos dias de hoje, em vários países do mundo o mês de outubro é o período de destaque para conscientizar a população sobre a importância do rastreamento e do diagnóstico precoce da doença.

O recomendado pela Sociedade Brasileira de Mastologia, para mulheres com risco habitual, ou seja, sem antecedentes familiares, é realizar a Mamografia uma vez por ano após os 40 anos. Essa medida pode reduzir a mortalidade por câncer de mama em até 30%.

Além disso, é importante visitar seu mastologista regularmente, para que seja realizado o exame clínico das mamas e avaliada a indicação de exames complementares. 
Importante lembrar que realizar o autoexame é uma medida essencial para o autoconhecimento, mas não substitui a necessidade de realizar mamografia todos os anos. 

E você, já passou no seu mastologista esse ano?

Pets podem aliviar o estresse

Um estudo da Universidade de Washington demonstrou que acariciar cães ou gatos em períodos de grande ansiedade reduz os níveis de cortisol no sangue, hormônio associado ao estresse. A pesquisa envolveu cerca de 250 estudantes divididos em quatro grupos e concluiu que apenas 10 minutos na companhia desses animais já são suficientes para acalmar a sensação. A informação foi publicada na AERA Open, da American Educational Research Association.

Otimistas dormem melhor

Estudo da Universidade dez Illinois, nos EUA, revelou que pessoas otimistas dormem melhor e por mais tempo todas as noites. A pesquisa envolveu 3.500 adultos entre 32 e 51 anos, que tiveram o sono monitorado por meio de aparelhos especiais com cinco anos de intervalo, o que resultou na classificação, qualidade e duração do sono durante um mês em cada ocasião. A conclusão foi que a positividade pode realmente amortecer os efeitos do estresse promovendo melhor a sua adaptação.  

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