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Área médica especializada na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças alérgicas... saiba mais
Cardiologia
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Procedimento altamente especializado que exige profundo conhecimento da anatomia e cirurgia da pelve, uma vez que a endometriose... saiba mais
Cirurgia da Obesidade
É um procedimento realizado no aparelho digestivo com objetivo de ajudar a perda de peso no caso de obesidade excessiva e de doenças... saiba mais
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Na Clínica Capozzielli, você conta com uma equipe de especialistas dedicados a cuidar de cada detalhe da sua saúde, com atenção, empatia e excelência em cada atendimento.
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Falta de tempo não é mais desculpa para não se exercitar
Nem a agenda mais lotada precisa ser obstáculo para a prática de exercícios. O argumento da falta de tempo acaba de perder credibilidade em um novíssimo (e gigantesco) estudo científico, que comprova ser desnecessário passar horas na academia. Bastam sessões de musculação de apenas 20 minutos para melhorar a força, o condicionamento físico, a massa muscular e o bem-estar mental, contrariando a crença de que só treinos longos dão resultado. Essa grande atualização sobre treino publicada em 2026 pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM) — a primeira em 17 anos — analisou mais de 130 estudos com cerca de 30 mil pessoas. A conclusão foi que o melhor exercício é aquele que vira hábito. A consistência da prática e a qualidade do estímulo são mais importantes do que o tempo gasto. Entre 90 e 120 minutos semanais de exercícios de força já são suficientes para reduzir o risco de morte e proteger a saúde cardiovascular e neurológica, principalmente quando combinados a atividades aeróbicas. Isso equivale a apenas 12 a 17 minutos por dia. Os pesquisadores da ACSM destacam também que local e equipamento são secundários. Seja na academia, em casa ou ao ar livre, usando máquinas, pesos livres ou elásticos, fundamental mesmo é que o treino seja bem executado e praticado regularmente. Ou seja, essencial é sair do sofá.
04/08/2026
O hábito simples que melhora o sono e a saúde
Dormir sempre na mesma hora faz mais diferença no sono e na saúde do que recomendações tradicionais como evitar o celular antes de deitar ou não exagerar no jantar. Recente estudo apontou que a irregularidade no horário da cama está associada à pior qualidade do descanso e ao maior risco de problemas cardiovasculares. Segundo o estudo da Universidade de Oulu, na Finlândia, publicado no BMC Cardiovascular Disorders, manter uma rotina de sono ajuda a sincronizar o relógio biológico (responsável por regular funções como produção hormonal, níveis de energia, humor e resposta ao estresse) e favorece a concentração e o bem-estar ao longo do dia. Para adotar o hábito, a recomendação é definir um horário realista para dormir, compatível com a rotina diária e a necessidade de cerca de 7 ou 8 horas de sono. Embora nem sempre seja possível seguir a programação à risca, procurar manter a rotina na maior parte dos dias é considerado fator importante para tanto para o descanso quanto para a saúde a longo prazo.
04/08/2026
Botox além da estética: uma arma contra a enxaqueca
A mesma toxina botulínica utilizada para suavizar rugas também ajuda no alívio da enxaqueca crônica. Seu efeito não é muscular, como nos procedimentos estéticos, mas nervoso, ao bloquear substâncias que transmitem os sinais de dor ao cérebro. Ao interromper repetidamente esse processo, a toxina ajuda a reduzir a frequência e a intensidade das crises, pois o cérebro “aprende” a desfazer os circuitos neurológicos que culminam na dor de cabeça. Apesar da terapia ser altamente recomendada para a condição crônica, muitos neurologistas a prescrevem nos casos de enxaqueca episódica, quando as crises não respondem bem a medicamentos. O tratamento é seguro, aprovado pela Anvisa, e utiliza a substância tipo A (a mesma da estética), de acordo com o protocolo PREEMPT, que prevê 31 pontos de aplicação relacionados aos nervos envolvidos na dor. As injeções devem ser feitas a cada três meses e mantidas por, no mínimo, oito sessões. O objetivo principal não é tratar crises em andamento, mas prevenir seu surgimento. Com o controle, muitos pacientes deixam de precisar de remédios analgésicos.
02/07/2026
Dieta mediterrânea: mais saúde no prato
Considerada um dos padrões alimentares mais saudáveis do mundo, a dieta mediterrânea é apontada por estudos como importante aliada no aumento da longevidade e na prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e declínio cognitivo. Seu cardápio privilegia alimentos como peixes, azeite de oliva, frutas, legumes e nozes, ricos em gorduras saudáveis e antioxidantes. Apesar de sua origem nos países banhados pelo Mar Mediterrâneo, pode ser facilmente incorporada à rotina dos brasileiros, usando apenas ingredientes locais. Entre as principais recomendações dessa dieta estão: Usar azeite de oliva para cozinhar e temperar saladas. Priorizar peixes como sardinha, atum (mesmo enlatados) e salmão. Aumentar o consumo de vegetais: verduras, legumes e frutas. Consumir feijão, lentilha e grão-de-bico; Reduzir o consumo de carne vermelha; Dar preferência a arroz, pães e massas integrais. Incluir nozes, amêndoas e castanhas na alimentação.
04/08/2026
Quando o bebê chega, o apoio da vovó faz a diferença
Entre fraldas, mamadas e noites mal dormidas, nos primeiros dias do bebê a ajudinha da vovó é sempre bem-vinda para a mamãe sobrecarregada e insegura. Sua experiência e presença contribuem para a recuperação física e emocional da mulher no pós-parto e na adaptação da família à nova rotina. Esse apoio ganha ainda mais relevância diante dos dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que apontam que cerca de 20% das mulheres brasileiras sofrem de depressão pós-parto, um índice elevado em comparação à média global. No entanto, os avanços da medicina transformaram vários cuidados com os recém-nascidos. Práticas e recomendações dos tempos da vovó, transmitidas de geração em geração, foram revistas à luz de novos conhecimentos. Recomenda-se que os bebês durmam sempre de barriga para cima (para reduzir o risco da Síndrome da Morte Súbita Infantil), só recebam leite materno até 6 meses (em vez de água e chás para aliviar cólicas) e tenham o coto umbilical apenas higienizado, sem uso de receitas caseiras como faixas e pó de café. O colo, antes visto com ressalvas, é considerado essencial para proporcionar segurança emocional à criança. A experiência dos avós segue valiosa, mas deve estar alinhada às recomendações atuais. Quando experiência e conhecimento científico se complementam, o cuidado com o bebê é mais afetuoso e seguro.
04/08/2026
Pressão alta: 5 mitos e verdades que você precisa conhecer
Cerca de três em cada dez brasileiros têm hipertensão arterial. A condição aumenta o risco de infarto, insuficiência cardíaca, AVC e doença renal, mas ainda é alvo de dúvidas e informações incorretas. Para separar fatos de equívocos, confira cinco mitos e verdades sobre a hipertensão. 1. Reduzir o sal na comida é suficiente para controlar a pressão. ? Mito. Ajuda, mas não é suficiente, porque grande parte do sódio consumido vem dos alimentos industrializados. É preciso praticar exercícios, dormir bem, manter o peso e fazer acompanhamento médico. 2. O estresse pode aumentar a pressão arterial. ? Verdade. Períodos de tensão, sobrecarga emocional e estresse prolongado costumam favorecer a elevação da pressão. 3. A hipertensão sempre provoca sintomas. ? Mito. Na maior parte dos casos, a pressão alta não dá sinais como dor de cabeça e tontura e só é identificada em consultas ou exames de rotina. Por isso é considerada uma doença silenciosa. 4. Ter familiares hipertensos aumenta o risco da doença. ? Verdade. A genética tem influência importante. Quem tem pais ou parentes próximos hipertensos deve redobrar os cuidados com alimentação, atividade física e acompanhamento médico. 5. Quem está com a pressão controlada pode parar de tomar remédio. ? Mito. Em geral a pressão está sob controle porque o tratamento está funcionando. Suspender a medicação sem orientação médica pode trazer sérias consequências.
04/08/2026