Lesões esportivas que exigem maior atenção
Pequenos acidentes são comuns na prática de esportes. Mas alguns exigem atenção especial por representarem importantes riscos, principalmente quando ocorrem na cabeça. A conclusão vem de estudo do sistema vascular do cérebro de 47 atletas aposentados, indicando que 17 deles maior declínio cognitivo quando a ruptura da barreira hematoencefálica era mais acentuada.
Cintura e risco cardíaco
Estudo em população adulta sobre a relaç?o peso-estatura e doença cardíaca destacou que uma concentração maior de gordura central, ou seja, na região da cintura, pode ser importante inidicador de risco de doença cardiovascular. O trabalho, realizado no Brasil, está disponível no artigo Waist-to-height ratio and coronary artery calcium incidence: the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil)
Força muscular e longevidade
Pesquisa comparativa realizada com mulheres entre 63 e 99 anos indicou que aquelas que apresentaram maior força muscular nesta faixa etária possuíam menor risco de mortalidade precoce entre outras causas estudadas. Este resultado sugere a importância de avaliar esta capacidade em contextos clínicos e incentivar práticas que promovam a sua manutenção para um envelhecimento mais saudável.
Obesidade e hipertensão: risco de demência?
Estudos recentes indicaram que, com o avanço da idade, tanto a obesidade como a hipertensão podem ser causas diretas de alguns tipos de demência.
A conclusão veio após o fato de que um medicamento para perda de peso revelou poder proteger também contra a demência, especialmente a que está relacionada a problemas vasculares.
O outro estudo, que uniu dados de diferentes trabalhos, indicou como risco de demência o índice de massa corporal e a pressão alta.
Os dois estudos foram publicados no final do ano passado e início deste ano, no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.
Vida digital e sono
Pesquisa realizada pela Universidade Médica da China indicou uma significativa associação entre a má qualidade do sono das crianças e adolescentes e o uso intensivo de internet, seja para jogos ou bate-papos.
Foram comparadas as crianças que preferiam atividades físicas, como jogos e brincadeiras ao ar livre, com as que optaram pelo uso da net. O segundo grupo revelou tendência maior a sentimentos de inquietação e, consequentemente, maior dificuldade para adormecer e ter um bom sono.
Redes Sociais
Estudo recente realizado com um novo modelo de microssimulação, demonstrou que o uso excessivo de redes sociais está associado, entre outros fatores, a 590 mil casos adicionais de depressão em jovens nascidos entre 1990 e 2012.
Com base nesse resultado, os pesquisadores estão testando novas e diversas estratégias concretas para prevenir o problema. Trata-se de um grande desafio se destacarmos a imensa participação de jovens nesta faixa etária envolvidos com este tipo de mídia. O trabalho foi publicado na PLOS Medicine e pode ser consultado em https://journals.plos.org/plosmedicine/article?id=10.1371/journal.pmed.1004737
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Chocolate Amargo Retarda o Envelhecimento?
Uma equipe de pesquisadores do King's College, de Londres (UK), descobriu que um composto natural do cacau, a teobromina, presente em maior quantidade no chocolate amargo ou preto, talvez possa ajudar a nos mantermos mais jovens por mais tempo. Isso porque a teobromina possui propriedades antioxidantes. Mas estudo alerta, porém, que isso não significa que devemos aumentar o consumo deste tipo de chocolate. Segundo artigo do Aging, a pesquisa é preliminar e baseada em dados de 1.600 pessoas com níveis mais altos de teobromina no sangue, indicando que elas possuíam idade biológica inferior à dos documentos oficiais. São necessários, porém, estudos mais aprofundados sobre o tema.
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A importância de dormir bem
Pesquisa da Sleep Foundations sobre hábitos de saúde, baseada em estudos médicos de 70 mil pessoas em todo mundo, destacou que a maioria das pessoas não atinge as metas diárias de dormir sete a nove horas por noite e caminhar ao menos oito mil passos por dia. Ou seja, embora durmam o suficiente ou levem vidas ativas, poucas conseguem manter diariamente estes dois hábitos fundamentais para uma vida mais saudável.
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