Curiosidades

Página

Música e emoções

Em um novo estudo, a Universidade de Berkeley, na California (EUA) comprovou o poder da música sobre nossos sentimentos. Os pesquisadores apresentaram mais de dois mil trechos de músicas para pessoas de duas culturas diferentes: Estados Unidos e China. Havia sons alegres,  relaxantes, estimulantes, românticos, entre outros. O resultado constatou que existem ao menos treze emoções humanas comuns em culturas diferentes, associadas à música. A informação é da publicação científica PNAS – Proceedings of the National Academy of Sciences. Quem quiser viver a mesma experiência, pode acessar o site https://www.ocf.berkeley.edu/~acowen/music.html#

Por que às vezes dizemos o que não pensamos?

Uma equipe da Universidade de Melbourne, na Austrália, analisou o fenômeno. Segundo Brent Coker, um dos autores do estudo, o entusiasmo faz as pessoas dizerem coisas automaticamente em vez de pensar antes de falar. Por isso, algumas dessas respostas podem causar arrependimento mais tarde. A causa principal seria o estresse e reduzi-lo seria a melhor forma de evitar o problema. E completa o estudioso: dormir bem, praticar meditação, evitar estimulantes e manter boa alimentação podem ajudar muito...

Autismo e os neurônios ligados ao tato

Pesquisa de  laboratório chefiada por Lauren Orefice, neurocientista e professora de genética da Universidade de Harvard (EUA) revelou que os neurônios fora do cérebro, responsáveis pela sensação de toque, podem moldar comportamentos associados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com a descoberta, ficou demonstrado que o autismo não está associado apenas à função cerebral, como se acreditava até aqui. E, segundo a cientista, abre-se a possibilidade para a formulação de medicamentos que atuem seletivamente nesses neurônios, melhorando alguns sintomas do TEA.  Por seu caráter inovador, o trabalho recebeu o prêmio The Eppendorf and Science Prize for Neurobiology de 2019.

Exercício aeróbico melhora memória em idosos

Pequenas sessões de exercícios aeróbicos de alta intensidade apresentaram melhora de até 30% na função da memória em idosos, enquanto a atividade moderada não indicou, em média, o mesmo resultado. A conclusão é do Departamento de Cinesiologia da Universidade McMaster, no Canadá e foi publicada na revista científica Applied Physiology, Nutrition and Metabolis.

Página

ACOMPANHE NOSSAS REDES SOCIAIS: