Curiosidades

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Instabilidade financeira e problemas de saúde

A ansiedade causada por dificuldades financeiras pode causar problemas cardíacos, inclusive entre os jovens. É o que diz estudo publicado no jornal científico Circulation, dos Estados Unidos, que acompanhou durante 15 anos a evolução da situação financeira de 4 mil pessoas, com idade entre 20 e 35 anos. De acordo com a pesquisa, pessoas que tiveram mais de duas quedas na renda durante o período de estudo, tiveram 2,5 vezes mais problemas cardíacos do que aquelas com renda financeira estável. É preciso ficar atento...

A preguiça está nos genes?

Um novo estudo  da Universidade de Oxford, Inglaterra,  acaba de revelar a  existência de sete novos genes que podem ajudar a explicar aquela  “preguicinha”  que a gente sente, por exemplo, de levantar da cama ao acordar, preferir ficar sentado, evitar se exercitar... Depois de analisados os dados de mais de 90 mil pessoas foi identificada uma ligação entre estes genes recém-descobertos e os níveis de atividade. Os estudiosos destacaram, porém, que isso não significa culpar só os genes. Mas sem dúvida, ajudará a entender melhor o papel das causas e conseqüências da inatividade física, segundo o Dr. Aiden Doherty, líder do estudo.

Desabafar em mídias sociais pode fazer bem

Estudo baseado em cerca 75 mil tweets que tiveram sua evolução seguida pelos pesquisadores, demonstrou que dizer o que sente, mesmo em 140 caracteres, pode diminuir a intensidade das emoções negativas, apresentando mudança rápida e positiva  de sentimentos.   A análise uniu estudiosos de universidades chinesa, norte- americana e européia e foi publicada pela Nature Human Bahavior.

Peixe mexicano é esperança para o coração

Pessoas com insuficiência cardíaca poderão no futuro recuperar a saúde com o uso de genes de um peixe mexicano (astyanax mexicanus), conhecido como peixe-cego. Ele tem a capacidade natural de regenerar o seu próprio coração, segundo Metin Avkiran, médico associado da Fundação Britânica do Coração, que patrocinou a pesquisa de uma equipe da Universidade de Oxford. O segredo está em dois genes muito ativos nesse peixe, que estão também presentes em humanos. A descoberta abre a possibilidade de regenerar corações humanos danificados e novos estudos serão direcionados neste sentido.

 

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