Curiosidades

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Cochilo ajuda cérebro das crianças

Cochilar durante o dia na infância traz enormes benefícios à saúde mental, inclusive futura.  A conclusão é de, nada mais, nada menos, um grupo de neurocientistas da Universidade de Massachussets Amherst (EUA).  Segundo o estudo, liderado por Rebecca Spencer,  a  soneca diurna funciona como um reforço ao sono noturno, ajudando a consolidar as memórias e a processar emoções. Considerando-se a importância da aprendizagem sociemocional em pré-escolares,  uma média de 70 minutos para um bom cochilo, deveria ser incentivado nesse período de vida, defende a neurocientista.

Cantar pode melhorar Mal de Parkinson

Uma notícia promissora: estudos iniciais revelaram que alguns sintomas de Mal de Parkinson podem ser reduzidos com a terapia do canto, método que, além de agradável  não tem efeitos colaterais. Segundo a médica Elizabeth Stegemoller, da Universidade de Iwoa (EUA), cantar tem proporcionado menos movimentos involuntários, melhorias do humor e até redução do estresse nos pacientes. Sintomas que nem sempre respondem aos medicamentos também estão melhorando. Novos estudos serão realizados para avançar nesses resultados.

Longevidade é hereditária?

Ter pais, avós ou bisavós que viveram muito não garante que a sua vida será longa. É o que revela nova pesquisa sobre a influência dos genes na longevidade. Depois de analisar as árvores genealógicas de mais de 400 milhões de pessoas, os especialistas concluíram que a longevidade é definida principalmente pelo estilo de vida e menos de 10% pelo DNA. Estudos anteriores davam créditos de 15% a 30% para os genes. O levantamento  foi realizado pelas empresas  Calico Life Sciences LLC, a focada na Biologia do Envelhecimento, Ancestry, que oferece uma plataforma online para estudar a história da família e sua genealogia.

 Ansiedade já pode ser medida...

Pela primeira vez,  cientistas do Instituto de Neurociências Weill, da Universidade da Califórnia (EUA) conseguiram mapear a  forma neural, ou seja, a flutuação dos padrões cerebrais  da ansiedade. Eles usaram eletroencefalografia craniana em participantes com crise de depressão ou ansiedade e os períodos em que a ansiedade aumentava coincidiram com o aumento da atividade no grupo de neurônios ligados a emoções (amígdalas) e às áreas responsáveis pelo armazenamento da memória (hipocampo). A equipe acredita que a descoberta poderá ajudar a reduzir o medo e o estigma dos transtornos do humor.

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