Outubro Rosa – Câncer de Mama – Medidas Preventivas
- A mamografia deve ser realizada anualmente após os 40 anos de idade. Essa medida pode reduzir a mortalidade por câncer de mama em até 30%.
- Manter a qualidade de vida, com alimentação saudável, peso corporal adequado, não fumar, não ingerir bebidas alcoólicas e evitar o uso de hormônios sintéticos em altas doses, são fundamentais para evitar a doença, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia.
- Fazer o autoexame é importante, mas não substitui o a necessidade de realizar a mamografia todos os anos.
Outubro Rosa 2020: fatores de risco
- Genético/hereditário – Estudos indicam que mulheres com histórico de câncer de mama ou de ovário na família correm risco maior de desenvolver a doença.
- Idade – A probabilidade de ocorrer o câncer de mama aumenta em mulheres a partir dos 50 anos. E a partir dos 60 anos, o risco é dez vezes maior, alerta o Instituto Nacional de Câncer (INCA).
- Atenção – Vem aumentando o índice de mulheres com menos de 35 anos que apresentam câncer de mama. Passou de 2% dos casos para 4% e 5%, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia.
Outubro Rosa 2020: números importantes
- Uma em cada oito mulheres poderá desenvolver câncer de mama ao longo da vida, segundo a American Cancer Society.
- Em 2019 foram estimados 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil, o que significa a incidência de 51,29 por 100 mil mulheres, informa o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Para 2020, o INCA estima em 66.280 novos casos.
- A alta mortalidade associada ao câncer de mama deve-se, principalmente à detecção tardia, alerta a Organização Mundial da Saúde.
- As chances de cura ultrapassam os 90% quando o diagnóstico é feito no estágio inicial da doença, ou seja, antes do aparecimento do nódulo, destaca a OMS.
- A probabilidade de câncer de mama em homens é baixa, cerca 1%, informa o INCA.
Outubro Rosa 2020: mais de duas décadas salvando vidas!
Criada em 1994 nos Estados Unidos, a campanha de informação para o rastreamento e a detecção precoce do câncer de mama e de luta contra a doença, sensibilizou o mundo e tem salvado milhares de vidas.
A ideia da campanha nasceu nos Estados Unidos, em 1990, com a Primeira Corrida pela Cura, em Nova York, promovida pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. Simbolizada pelo laço cor- de-rosa, a campanha tornou-se oficial em 1997.
Hoje, além do laço, a cor da campanha também globalizou: todos os anos, no mês de outubro, monumentos históricos e vários prédios ganham iluminação rosa, demonstrando apoio aos objetivos do movimento. No Brasil, a homenagem ocorreu pela primeira vez em 2002, com a iluminação do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo.
Esperança para calvície
Os folículos capilares que encolhem com a calvície podem ser recuperados e voltarem a gerar fios de cabelos. É o que revela uma pesquisa de laboratório da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Os cientistas identificaram uma micromolécula de ácido ribonucleico (microRNA em inglês) que pode promover a regeneração folicular, um importante passo para o desenvolvimento de tratamentos futuros. A informação foi publicada no jornal científico Science Advances.
Alzheimer: o exame preventivo
Acaba de ser anunciado um novo tipo de exame de sangue que poderá identificar o risco dessa doença vinte anos antes que se manifeste a mutação genética causadora de problemas de memória e pensamento. Mas ainda precisamos esperar. Segundos os autores da descoberta, o teste só estará disponível para uso clínico dentro de dois a três anos. O estudo, coordenado pela Universidade de Lund, da Suécia, foi apresentado na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer e publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA).
Fórmula medieval inovadora!
Pesquisadores do Reino Unido estão estudando um medicamento natural de mil anos de idade que contém ingredientes como cebola, vinho, sais biliares etc. Segundo os estudiosos, a fórmula poderia combater certas infecções resistentes aos antibióticos, especialmente as diabéticas nos pés e nas pernas. O resultado deste estudo, realizado pela School of Life Sciences da Universidade de Warwick, foi publicado na revista científica Scientific Reports.
Sono, um professor nota 10!
Um novo estudo sobre a importância do sono revelou benefícios especiais para a memória e o aprendizado. É que quando dormimos, nosso cérebro atualiza e reorganiza informações antigas e novas com absoluta eficiência. Esse “trabalho natural” nos ajuda a evitar o esquecimento e a aumentar o desempenho do processo de recordação. A informação é do serviço de imprensa da San Diego Health, Universidade da Califórnia.
