A conta que pode ajudar a viver mais
Comer diariamente duas frutas e três outros vegetais, como legumes e verduras, pode ajudar a ter uma vida mais longa e saudável. É o que revela estudo da publicação científica Circulation, da American Heart Association. A “receita” ajuda a reduzir a probabilidade de desenvolver doenças cardiovasculares e câncer, segundo a pesquisa, que usou uma base de dados de mais de dois milhões de adultos de instituições médicas de 29 países e territórios.
Cochilar faz bem!
Um novo estudo da Universidade de Rochester (EUA), demonstrou que este neuromodulador pode levar a futuras alterações cognitivas em crianças entre 9 e 10 anos. Isso ocorre porque a cafeína consegue atravessar com facilidade a barreira placentária e o feto não possui a enzima que permitiria decompô-la, explica o artigo na publicação Neuropharmacology. A pesquisa usou a base de exames de ressonância magnética de mais de nove mil crianças daquela faixa etária. Mais informações em < https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33529676/ >
Músculo exercitado reduz inflamação
Uma boa notícia para quem sofre com inflamações musculares persistentes, comuns em certas doenças como artrite reumatoide e perda de massa muscular associada ao envelhecimento (sarcopenia). Pesquisa realizada pela Duke University (UK), demonstrou que os músculos humanos, quando exercitados, revelam uma capacidade inata para evitar os efeitos prejudiciais das inflamações crônicas. O trabalho foi realizado por um grupo de engenheiros biomédicos com músculos humanos desenvolvidos em laboratório. A informação é do serviço de imprensa da universidade. Uma boa notícia para quem sofre com inflamações musculares persistentes, comuns em certas doenças como artrite reumatoide e perda de massa muscular associada ao envelhecimento (sarcopenia). Pesquisa realizada pela Duke University (UK), demonstrou que os músculos humanos, quando exercitados, revelam uma capacidade inata para evitar os efeitos prejudiciais das inflamações crônicas. O trabalho foi realizado por um grupo de engenheiros biomédicos com músculos humanos desenvolvidos em laboratório. A informação é do serviço de imprensa da universidade.
A dieta e o tempo
Pesquisa publicada pelo jornal científico PLOS One indicou que o método de jejum intermitente, com refeições em um período restrito de oito horas, pode ser tão eficiente na perda de peso quanto as dietas mais complexas. O estudo, realizado pela Queen Mary University, em Londres (UK) acompanhou 50 voluntários durante 12 semanas. Após estes período, mais de um quarto dos participantes?perderam pelo menos 5% do seu peso corporal.
A manga que pode melhorar rugas
Ao analisar os benefícios nutricionais da pequena manga Ataulfo, também conhecida como manga Mel ou Bebê, estudiosos do Departamento de Nutrição da Universidade da Califórnia, descobriram que a ingestão regular de pequenas quantidades dessa fruta, pode melhorar as rugas faciais em mulheres de pele clara na pós-menopausa. Mas atenção: é preciso respeitar a pequena quantidade para que o benefício ocorra, caso contrário será perdido. A informação é da publicação Nutrients.
Músicas “tocam” emoções
Cientistas da Universidade de Turku, na Finlândia, usaram ressonância magnética funcional para estudar os mecanismos na resposta emocional à musica em áudio e vídeo. E descobriram como ela atua em diferentes áreas do cérebro: no córtex motor, ativado com o vídeo, provoca sensações de movimento, mesmo estando parado, e a reação emocional é mais forte. No córtex auditivo, onde há apenas som, isso não ocorre.
Microagulhas ajudam a tratar câncer de pele
Elas permitem aplicar os medicamentos de forma mais homogênea e em maior profundidade diretamente nas células tumorais do câncer não melanoma, via terapia fotodinâmica com resultados superiores aos tratamentos tópicos. O estudo, publicado no Journal of Biophotonics, é da brasileira Michelle Barreto Recana, do Grupo de Óptica do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), que realizou doutorado sanduíche na Queen’s University of Belfast, no Reino Unido.
Alegria ajuda a memória
Estudo publicado na respeitada Psychological Science revela que pessoas com nível mais alto do chamado "afeto positivo", ou seja, que são entusiasmadas e alegres, ?
podem adiar por quase uma década o declínio da memória. Isso significa que cultivar o otimismo no dia a dia contribui realmente para a saúde mental e melhor qualidade de vida na idade avançada.
