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Dr. Giovanni Capozzielli - Diretor Técnico Médico - CRM-SP 124333

Curiosidades sobre Saúde e Bem-Estar

Informações surpreendentes e curiosas para quem gosta de cuidar do corpo e da mente.

Câncer de próstata – TRATAMENTOS

Câncer de próstata – TRATAMENTOS

O tratamento do câncer de próstata depende do estágio da doença, da idade e do estado geral de saúde do paciente. Ou seja, cada caso deve ser analisado de forma individual. As opções de tratamento mais comuns, isoladamente ou em combinação, são, de modo geral, a cirurgia, a radioterapia e a terapia hormonal.

 

Fonte: Instituto Nacional de Câncer - INCA


Câncer de Próstata –FATORES DE RISCO

·         Idade acima de 50 anos. Quanto mais velho o homem, maior a probabilidade de desenvolver a doença: 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos de idade.

·         Homens negros têm maior chance de desenvolver esse tipo de câncer.

·         Histórico familiar dessa enfermidade também aumenta a sua probabilidade. 

·         Fatores hormonais e ambientais.

·         Dieta rica em gorduras.

·         Sedentarismo.

·         Excesso de peso.

Câncer de Próstata –FATORES DE RISCO

Câncer de próstata – DIAGNÓSTICO

Câncer de próstata – DIAGNÓSTICO

·         Dosagem de PSA – exame de sangue que avalia a quantidade do antígeno prostático específico.

·         Toque retal – como a glândula fica em frente ao reto, o exame permite ao médico palpar a próstata a perceber a presença de nódulos ou tecidos endurecidos.

·         Para confirmar a presença do tumor, é necessário fazer uma biópsia para averiguar a presença de câncer.


Câncer de Mama - Tratamentos

As modalidades de tratamento do câncer de mama podem ser:

  • Tratamento local, como cirurgia e radioterapia
  • Tratamento sistêmico, como quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica ou imunoterapia.

- Dra. Eveline Oliveira - Doutorado em Radiologia pela FM/USP 106416

Câncer de Mama - Tratamentos

Câncer de Mama - Estimativa

Câncer de Mama - Estimativa

Segundo o Instituto Nacional de Câncer – INCA, estavam previstos 59.700 novos casos de câncer de mama em 2019 no  Brasil, com risco estimado de 56,33 casos  a cada 100 mil mulheres.

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres depois do câncer de pele não melanoma, o que significa 25% de novos casos a cada ano.

(Fonte: Instituto Nacional de Câncer – INCA)

- Dra. Eveline Oliveira - Doutorado em Radiologia pela FM/USP 106416


Como surgiu o Outubro Rosa?

O movimento conhecido como "Outubro Rosa" nasceu nos Estados Unidos, na década de 90, para estimular a sociedade a participar do controle do câncer de mama. Nos dias de hoje, em vários países do mundo o mês de outubro é o período de destaque para conscientizar a população sobre a importância do rastreamento e do diagnóstico precoce da doença.

O recomendado pela Sociedade Brasileira de Mastologia, para mulheres com risco habitual, ou seja, sem antecedentes familiares, é realizar a Mamografia uma vez por ano após os 40 anos. Essa medida pode reduzir a mortalidade por câncer de mama em até 30%.

Além disso, é importante visitar seu mastologista regularmente, para que seja realizado o exame clínico das mamas e avaliada a indicação de exames complementares. 
Importante lembrar que realizar o autoexame é uma medida essencial para o autoconhecimento, mas não substitui a necessidade de realizar mamografia todos os anos. 

E você, já passou no seu mastologista esse ano?

Como surgiu o Outubro Rosa?

Pets podem aliviar o estresse

Pets podem aliviar o estresse

Um estudo da Universidade de Washington demonstrou que acariciar cães ou gatos em períodos de grande ansiedade reduz os níveis de cortisol no sangue, hormônio associado ao estresse. A pesquisa envolveu cerca de 250 estudantes divididos em quatro grupos e concluiu que apenas 10 minutos na companhia desses animais já são suficientes para acalmar a sensação. A informação foi publicada na AERA Open, da American Educational Research Association.


Otimistas dormem melhor

Estudo da Universidade dez Illinois, nos EUA, revelou que pessoas otimistas dormem melhor e por mais tempo todas as noites. A pesquisa envolveu 3.500 adultos entre 32 e 51 anos, que tiveram o sono monitorado por meio de aparelhos especiais com cinco anos de intervalo, o que resultou na classificação, qualidade e duração do sono durante um mês em cada ocasião. A conclusão foi que a positividade pode realmente amortecer os efeitos do estresse promovendo melhor a sua adaptação.  

Otimistas dormem melhor