Exercícios aquáticos para idosos
As atividades físicas realizadas na água exigem menor esforço, o que significa maior vantagem para idosos. Além de evitar o sedentarismo e ajudar a melhorar a agilidade e controle de peso, as atividades físicas realizadas na água nessa fase da vida podem trazer benefícios para a circulação, a coordenação motora e até o bem-estar mental, pois liberam endorfina, o hormônio conhecido por seus efeitos positivos no humor. Mas, atenção: a escolha do tipo de exercício deve ser precedida por uma avaliação médica.
Verrugas olhe com atenção
São afecções benignas da pele ou mucosas, causadas pelo HPV (sigla em inglês de papiloma vírus humano), um grupo de diferentes tipos de vírus que provoca o crescimento anormal de células da epiderme. São transmissíveis por contato e mais comuns em áreas de trauma. Grande parte desaparece sem necessidade de medicação. Caso persistam, o tratamento será indicado por médico especializado, pois alguns tipos de câncer e pele podem ter aparência similar a das verrugas.
Artrite na coluna: saiba o que é
Chamada clinicamente de espondiloartrite, trata-se de um conjunto de doenças inflamatórias da coluna que envolve ligamentos e tendões. É importante o diagnóstico precoce, pois pode ser confundida com uma dor nas costas de origem mecânica. Os sintomas são dor e rigidez. Afeta, além da região lombossacra, os membros superiores, inferiores, o tendão de Aquiles, calcanhar e eventualmente outros órgãos. Exige tratamento médico especializado. Outras doenças de origem reumática que atingem a coluna são: espondilite anquilosante, artrite reativa e artrite psoriásica.
Mudança climática e sono
Segundo estudo da Universidade de Harvard, quem não está conseguindo as horas ideais de sono, deve considerar entre as causas, a mudança climática. Devido a ela, no verão por exemplo, pegar no sono pode demorar três vezes mais. Isso acaba afetando nosso dia de trabalho, a atenção e a tomada de decisões, além de nos deixar sonolentos nos períodos em que deveríamos estar despertos. Nunca é demais lembrar que um adulto saudável precisa dormir seis a oito horas por noite. A informação foi publicada no jornal científico Science Advances.
Mulheres também roncam
De acordo com um novo estudo, publicado no Journal of Clinical Sleep Medicine, as mulheres roncam bastante, mas não costumam admitir-- o que é prejudicial, pois nem sempre o ronco é inofensivo. Foram analisados duas mil pessoas, homens e mulheres, com idade média de 49 anos, e 28% delas disseram não ter esse problema. Mas a metade roncava muito, e alto emitindo sons com cerca de 50 decibéis. O ronco ocasional é normal, mas quando frequente e forte, pode ser sinal de apneia e necessita ser tratado, podendo aumentar o risco de AVC e parada cardíaca.
Combinações perigosas para o coração
Artigo médico publicado no European Journal of Preventive Cardiology revela que a combinação de estresse no trabalho, problemas com o sono e hipertensão pode ser perigosa para a saúde, estando associada até ao risco de morte por problema cardiovascular. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam durante 18 anos cerca de dois mil trabalhadores hipertensos de 25 a 65 anos de idade, que não apresentavam quadro de doença cardiovascular ou diabetes.
Genes e recuperação de AVC
Cientistas das universidades suecas de Gotemburgo e de Lund identificaram, pela primeira vez, variantes genéticas comuns associadas à recuperação do Acidente Vascular Cerebral (AVC). Estudos anteriores de laboratório já indicavam a existência de genes que poderiam explicar por que dois pacientes que passaram por esse problema se recuperavam de forma diferente. Agora, foi comprovado que o DNA pode indicar não apenas a capacidade de recuperação, como o risco de AVC em cada pessoa. O estudo incluiu mais de seis mil pacientes com Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCI).
A importância do horário de comer
Um estudo realizado por pesquisadores das universidades de Cambridge e de Manchester, no Reino Unido, indicou que a insulina é responsável por sinalizar para o nosso relógio biológico a hora em que devemos fazer as refeições. Nos ensaios de laboratório, quando o hormônio foi administrado fora do horário normal, o ritmo circadiano ficou defasado, o que pode ter consequências para a saúde, aumentando a incidência de doenças, inclusive cardiovasculares e diabetes tipo 2.
