Você prefere o dia ou a noite?
Até agora pouco se sabia sobre por que algumas pessoas se sentem melhor no período diurno do que noturno. Mas uma pesquisa realizada na Universidade de Exeter, da Inglaterra, procurou desvendar o mistério e descobriu que existe uma razão e elas estão em 327 genes envolvidos nas preferências do nosso relógio biológico. Agora os estudiosos vão aprofundar a investigação para saber se geneticamente as pessoas “noturnas” são menos produtivas pela manhã comparadas com aquelas cuja genética e atividade estão alinhadas com o período. A informação é da revista Nature Communications.
Teste de sangue poderá detectar início Alzheimer?
Segundo um novo estudo, publicado na revista Nature Medicine, isso será possível em um futuro próximo. Uma proteína encontrada no sangue poderá ser usada como biomarcador, monitorando a progressão do Alzheimer e permitindo o tratamento precoce da doença. Como se sabe, um dos maiores desafios nas terapias atuais é começarem tarde demais. A promissora pesquisa é do Centro Alemão para Doenças Neurodegenerativas.
Poluição do ar e deficiência intelectual infantil
Pesquisadores da Universidade de Lancaster, confirmaram que a exposição à poluição do ar nas áreas sociais desfavorecidas do Reino Unido, pode impedir o desenvolvimento cognitivo das crianças, aumentando o risco de deficiência intelectual. Nessas áreas a poluição atmosférica apresenta maiores níveis de partículas de diesel, dióxido de nitrogênio, monóxido de carbono e dióxido de enxofre. O estudo foi publicado no Journal of Intellectual Disability Research.
Excesso de tevê prejudica o cérebro no envelhecimento
Pessoas idosas que assistem televisão mais de três horas e meia por dia, podem apresentar, nos seis anos seguintes, dificuldade de lembrar palavras e sofrer empobrecimento da linguagem em geral.
Homens e mulheres sentem dor de forma diferente?
Pesquisa recente sugere que o homem antecipa a próxima dor com estresse e, consequentemente é mais sensível a ela do que a mulher. Isso ocorre porque ele memoriza por mais tempo uma dor sentida antes. Foram realizados testes com aplicação de calor em um determinado ponto do corpo e tanto elas como eles sentiram dor com a mesma intensidade. Na segunda vez, porém, os homens acharam mais doloroso. O estudo foi liderado por Jeffrey Mogil, professor da Universidade de McGill e publicado na revista Current Biology.
Notívagos são mais prejudicados no trabalho
Pessoas que deitam tarde e levantam tarde, possuem menos ligações cerebrais em certas regiões do cérebro. Ou seja, vivem em desvantagem em relação aos madrugadores em um horário padrão de trabalho, enfrentando menor nível de atenção, reações mais lentas e maior sonolência. É o que sugere estudo realizado na Universidade de Birgham, no Reino Unido, e publicado na revista Sleep.
Depressão e muitas horas de trabalho
Sintomas depressivos estudados por pesquisadores da University College of London (Reino Unido), como a sensação de incapacidade e falta de autoestima, indicou que as mulheres que trabalham horas extras apresentam 7,3% mais esse transtorno do que as que trabalham 35 a 40 horas semanais. A causa pode estar no fato de que, além das horas extras, arcarem também com as tarefas domésticas – o que aumenta o risco de depressão, inclusive, mais do que nos homens.
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Semente de abacate tem ação anti-inflamatória
A fruta já é conhecida pela riqueza dos seus nutrientes. Agora, um novo estudo da Universidade da Pensilvânia (EUA), revelou que o seu caroço possui compostos capazes de atuar como anti-inflamatórios. A descoberta permitirá desenvolver ingredientes alimentares funcionais ou produtos farmacêuticos, segundo informação na revista científica Advances in Food Technology and Nutritional Sciences Medical.
