Robótica dá novo passo para crianças com paralisia cerebral
Um dispositivo portátil que transmite estímulos elétricos pode ajudar crianças com paralisia cerebral a treinar os seus próprios músculos para caminhar, aumentando a eficiência da sua locomoção. Um dos sinais mais comuns da doença é a presença da chamada “marcha agachada”, que provoca flexão excessiva do joelho. Mesmo após tratamentos ortopédicos, alguns problemas persistem e o uso deste novo dispositivo, um cinto colocados ao redor dos quadris com oito cabos anexado a uma esteira, poderá proporcionar ganhos terapêuticos cada vez maiores. A informação é de Sunil Agrawal, professor de reabilitação e medicina regenerativa e engenharia mecânica na Universidade de Columbia.
É raro sexo matar de coração!
É pouco provável que a tão temida parada cardíaca súbita ocorra durante o atividade sexual, segundo estudo coordenado por Sumet Chugh, professor de medicina do Cedar-Sinai Heart Institute, de Los Angeles, apresentado em encontro da Associação Americana do Coração dos Estados Unidos. Os registros médicos de mais de 4.500 pessoas que morreram de parada cardíaca súbita, apontaram que em apenas 0,7% dos casos fatais, o sexo foi a causa, sendo muito mais comum em homens do que em mulheres e em analisados com histórico de doença cardiovascular.
Tecnologia ajuda a seguir tratamento
Pela primeira vez a Food and Drug Administration – FDA (EUA) aprovou o uso de uma pílula digital para monitorar a adesão do paciente a um tratamento prescrito. Trata-se da nova versão do consagrado medicamento Abilify (Otsuka Pharmaceutical) indicado para esquizofrenia, bipolaridade e depressão. Desenvolvido pela Proteus Digital Health, a pílula possui um minúsculo sensor interno que envia mensagem a um receptor adesivo e a transmite a um aplicativo de smartphone. Dessa forma, o médico e até familiares podem acompanhar se o medicamento foi ingerido corretamente e quando. Para receber a pílula, o paciente deverá assinar formulários de consentimento. A longo prazo, a mesma tecnologia poderá ser usada para acompanhar portadores de diabetes e outras doenças que necessitam monitoramento contínuo.
O câncer de próstata
O tumor pode aparecer em qualquer lugar da glândula, ocupando aos poucos os lobos direito e esquerdo. Ao avançar, envolve a cápsula que reveste o órgão até atingir os tecidos ao redor – vesículas seminais e os linfonodos pélvicos. Os adenocarcinomas são responsáveis por 95% dos tumores malignos de próstata – de baixo grau, grau intermediário e alto grau. Os tipos mais raros de câncer de próstata são os carcinomas de pequenas células, sarcomas e linfomas.
Fonte: Instituto Vencer o Câncer 2017
Anatomia da próstata
Essa glândula masculina tem a forma de noz e está situada abaixo da bexiga e à frente do reto. É responsável pela produção do sêmen que contém os espermatozóides. Por seu interior passa a uretra, o que explica o surgimento de hipertrofias prostáticas e a dificuldade para urinar, uma das principais queixas entre os homens com mais de 50 anos.
Incidência do câncer de próstata
O câncer de próstata é o mais comum entre os homens com mais de 50 anos. E responsável por 10% das mortes provocadas por câncer no sexo masculino. Fica atrás apenas do câncer de pulmão e intestino.
Fonte: Instituto Vencer o Câncer - 2017
Bigodes pela saúde
A campanha do Novembro Azul é simbolizada por um grande bigode. Foi criada em 2003 na Austrália por um grupo de amigos numa cervejaria, e que não estava ali para beber, mas discutir a pouca preocupação do homem com a prevenção do câncer de próstata, do testículo e da saúde em geral. Assim surgiu o MOVEMBER, que uniu as palavras inglesas Moustache (bigode) e november (o mês do ano), em uma campanha pela saúde masculina que se espalhou por todo o mundo!
Incidência da doença -- O câncer de próstata é o mais comum entre os homens com mais de 50 anos. E responsável por 10% das mortes provocadas por câncer no sexo masculino. Fica atrás apenas do câncer de pulmão e intestino.
Fonte: Instituto Vencer o Câncer - 2017
Câncer de mama em homens
Embora seja mais frequentemente associada à mulher, é importante saber que os homens também podem desenvolver câncer de mama – aproximadamente 1% deles são afetados. Entre as causas mais comuns estão a predisposição genética, mutações no gene BRCA e radioterapia na região do tórax.
