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Dr. Giovanni Capozzielli - Diretor Técnico Médico - CRM-SP 124333

Curiosidades sobre Saúde e Bem-Estar

Informações surpreendentes e curiosas para quem gosta de cuidar do corpo e da mente.

Prevenção ao câncer de mama no prato: frutas

Prevenção ao câncer de mama no prato: frutas

O consumo diário de frutas frescas desde adolescência pode reduzir significativamente o risco de câncer de mama. Frutas são ricas em fibras associadas ao bloqueio da produção do estrogênio, hormônio ligado ao câncer de mama. Maçã e frutas vermelhas estão entre as principais. É bom lembrar que frutas também podem ajudar a manter o peso saudável, fator importante para evitar o desenvolvimento de tumores em geral.


Prevenção ao câncer de mama no prato: peixes

Comer duas porções por semana de salmão, atum ou sardinha pode ajudar a reduzir o risco de câncer de mama, segundo trabalho científico publicado no BMJ – sigla do British Medical Journal. Estes alimentos contêm gordura insaturada, que faz bem à saúde.

Prevenção ao câncer de mama no prato: peixes

E o porco poderá salvar vidas humanas...

E o porco poderá salvar vidas humanas...

Cientistas norte-americanos conseguiram eliminar um vírus presente no DNA de porcos superando uma das últimas barreiras para tornar os órgãos desses animais mais compatíveis com os seres humanos, ou seja, com menor risco de rejeição. A informação é de Luhan Yang, cofundadora e diretora científica da eGenesis e pesquisadora da Universidade de Harvard (EUA). O interesse pelos suínos vem do fato de seus órgãos serem de tamanho similar ao dos nossos, inclusive de crianças e bebês, e poderem ser criados em grande número com rapidez. A notícia é promissora para milhares e milhares de pessoas no mundo que estão nas filas de espera por um transplante. Os estudos continuam visando aperfeiçoar a técnica. Acredita-se que dentro de dois anos já serão possíveis os primeiros procedimentos desse tipo.


Falar sozinho faz bem mesmo!

Você já deve ter visto uma pessoa normal de repente falar consigo mesma na terceira pessoa. Pois não pense que é sintoma de loucura. Talvez ela já saiba instintivamente o que estudos recentes confirmaram: este hábito pode realmente ajudar a manter maior controle mental e emocional. A conclusão é de um novo estudo realizado pelas universidades de Michigan e da Pensilvânia, após análise das possíveis situações que levam o indivíduo a falar em voz alta para si mesmo. De acordo com os especialistas, ao usar a autofala a pessoa se vê como “outra”, ou seja, consegue afastar-se do “eu” para analisar melhor os seus atos – o que diminui a atividade cerebral associada ao estresse, acalma e relaxa a mente. Na área da psicologia esportiva, a autofala já tem sido usada para controlar a ansiedade, melhorar o foco e aumentar a confiança e desempenho.

Falar sozinho faz bem mesmo!

Vida longa ao mel

Vida longa ao mel

Há dois mil anos a.C. a humanidade já usava o  mel, não só na alimentação, como para cuidar de ferimentos. Registros arqueológicos revelaram a sua doce presença em potes guardados dentro das tumbas dos faraós e em ótimo estado de conservação, revelando a incrível longevidade desse produto em seu estado natural. Como todo açúcar, o mel contém pouca água e, ao mesmo tempo, é extremamente ácido. Essa condição causa a morte dos microrganismos que dele se aproximam e explica a sua resistência ao tempo. Rico também em vitamina A, C, D e E, não sem motivo, o mel já era usado também como tratamento de beleza por egípcios e romanos na prevenção do envelhecimento precoce.


Ouvindo fungos e bactérias...

A maioria dos fones e headfones usados para ouvir música, notícias e gravações abrigam cerca de 10 mil fungos e bactérias em uma convivência nada benéfica para a saúde. A falta de higiene e o compartilhamento desses aparelhos fazem com que as microscópicas criaturas causem desde coceiras e micoses até infecções graves, incluindo risco de perda de audição. A constatação vem de análise realizada por equipe de estudiosos da Faculdade de Biomedicina da DeVry Metrocamp (Campinas, SP) e após três meses de estudo com 40 fones – sendo 30 de encaixe no ouvido e 10 headfones foi constatada a contaminação em 87% deles, segundo a bióloga Rosana Siqueira, coordenadora da pesquisa. Mas é bom saber que as más consequências dessa convivência podem ser facilmente combatidas evitando-se o empréstimo do aparelho e caprichando na sua higienização. Não faltam sites médicos na internet que orientam como fazer isso. Fique atento!

Ouvindo fungos e bactérias...

Por que fechamos os olhos ao beijar?

Por que fechamos os olhos ao beijar?

Segundo um estudo feito pela Universidade de Londres, esta reação é causada por uma “necessidade” cerebral de manter o foco no que outro sentido está vivenciando. Ou seja, é difícil para nossa massa cinzenta processar ao mesmo tempo o sentido tátil e os estímulos visuais. Isso vale mais ainda quando estão em jogo as atividades agradáveis ao toque, como a dança, o sexo e o beijo, disseram os pesquisadores. Certamente, por essa mesma razão,  nunca lembramos que um único beijo na boca aumenta a possibilidade de transmissão de até 80 milhões de bactérias!


A avançada medicina do tempo dos faraós

Estamos sempre comemorando as descobertas e inovações da medicina moderna. Algumas, porém, seguem princípios muito antigos. No Egito, há mais de 2 mil e 600 anos, por exemplo, as próteses já eram usadas tanto para vivos como para mortos – neste último caso porque acreditava-se que o corpo deveria estar completo para seguir viagem no além. Um estudo recente da Universidade de Manchester (Inglaterra) mostrou como a medicina egípcia se antecipou. A egiptóloga Jacky Finch  usou uma réplica da prótese do famoso Dedo do Cairo, encontrado em uma múmia feminina. Feita originalmente com madeira, couro e até uma dobradiça que permitia o movimento das juntas, o experimento demonstrou que a prótese dos tempos dos faraós realmente funcionava!

A avançada medicina do tempo dos faraós