Caminhar para pensar melhor
Todos sabem que fazer caminhadas é bom para a saúde em geral. Mas estudiosos acabam de demonstrar que esta prática dá uma força também para a inteligência e a criatividade. Mesmo em ritmo normal, andar a pé faz o coração bater mais rápido e circular mais sangue e oxigênio por todo o corpo, inclusive para o cérebro. Isso significa potencializar as conexões cerebrais e o crescimento de novos neurônios, além de melhor comunicação entre eles. Resumindo: caminhar retarda o envelhecimento cerebral, organiza melhor os pensamentos e idéias e, de quebra, diminui a ansiedade. Portanto, saia da cadeira e vá em frente!
Memória feminina x masculina
A fama de que as mulheres têm mais memória do que os homens tem razão de ser, mas pode ser válida só até certa fase da vida. Quando comparadas em todas as medidas entre homens e mulheres de diferentes faixas etárias, a memória delas superam a deles até a meia-idade. Mas após a menopausa, começam a perder terreno. O declínio nos níveis de estrogênio atinge tanto a aprendizagem como a recuperação de informações, embora o armazenamento e a consolidação de dados se mantenham. A constatação é de um estudo da Sociedade Norte-Americana de Menopausa (NAMS, em inglês), presidido pela médica JoAnn Pinkerton.
Da Fórmula 1 para a Neurologia
A tecnologia da telemetria, usada nos carros e pilotos da McLaren-Honda, agora será adotada também nos campos da saúde e pesquisa clínica. Os sensores que captam 12 bilhões de dados em tempo real serão ligados a pessoas com problemas neurológicos para analisar e ajudar a estabelecer tratamentos de lesões no cérebro, neurotraumas e hidrocefalia, entre outros. Ao captar dados precisos sobre os movimentos dos pacientes em tempo real, a telemetria permitirá estabelecer terapêuticas individualizadas e até novas abordagens. O acordo foi firmado entre a famosa fabricante de carros de Fórmula 1 e o Instituto Nacional de Neurociência de Singapura, chefiado pelo neurocirurgião Jai Rao.
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O câncer de próstata em números
- O câncer de próstata é o segundo mais comum no mundo, posição que ocupa também no Brasil, atrás apenas do câncer de pele não melanoma.
- Estudos revelam que a cada 100 mil homens, 61,82 correm o risco de adquirir a doença.
- Três quartos dos casos ocorrem a partir dos 65 anos.
- Para 2016, a estimativa é de 61.200 novos casos.
- Mais de 13 mil homens morreram devido ao câncer de próstata em 2013.
Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Dr. Guilherme Alonso Daud Patavino - CRM 145535 e Dr. Jeferson Gustavo M. Henrique - CRM 143294, médicos especializados em Urologia atuam na Clínica Capozzielli.
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Uma doença silenciosa
Mesmo quando o tumor da próstata já está instalado, nem sempre os sintomas aparecem. O diagnóstico inicial da doença é feito através do exame de toque e dosagem sérica de PSA, uma proteína existente na próstata que se eleva no sangue. No entanto, outras doenças também podem elevar o PSA, como a prostatite (infecção da próstata) e a hiperplasia prostática benigna - HPB (aumento da próstata). Havendo suspeita de câncer, outros exames serão solicitados pelo médico.
Fonte: Hospital de Câncer de Barretos.
Dr. Guilherme Alonso Daud Patavino - CRM 145535 e Dr. Jeferson Gustavo M. Henrique - CRM 143294, médicos especializados em Urologia atuam na Clínica Capozzielli.
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O que é o câncer de próstata
A próstata é um órgão do aparelho reprodutor masculino localizado na parte baixa do abdome. Sua principal função é produzir parte do sêmen ou esperma. O câncer ocorre quando as células prostáticas se transformam e passam a proliferar de modo anormal. Sem tratamento, podem invadir órgãos vizinhos e até provocar metástase. A idade é um importante fator de risco para a doença, pois a incidência e a mortalidade aumentam muito após os 50 anos. Ter parente próximo, como pai ou irmão, com esse tipo de câncer, pode aumentar o seu risco de três a dez vezes. Maus hábitos alimentares e de estilo de vida, além de consumo de álcool e cigarro, também elevam o risco da doença.
Fontes: Hospital de Câncer de Barretos e Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Dr. Guilherme Alonso Daud Patavino - CRM 145535 e Dr. Jeferson Gustavo M. Henrique - CRM 143294, médicos especializados em Urologia atuam na Clínica Capozzielli.
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Diagnósticos e terapêuticas do câncer de mama
Atualmente existem inúmeros recursos para descobrir precocemente a presença de um tumor de mama. Além dos exames clínicos e a mamografia, pode-se contar com diferentes testes e exames. A ressonância magnética, por exemplo, ajuda a identificar melhor o tumor e a avaliar uma mudança anormal revelada pelo mamógrafo. Já a ecografia das mamas permite indicar se a tumoração é sólida ou está cheia de líquido. Pode-se contar ainda com a biópsia guiada por ecografia que usa uma agulha para extrair da lesão amostras de tecido e líquido a serem analisados. Outro exame comum é a tomografia computadorizada que verifica se o câncer se estendeu além da mama. A abordagem terapêutica depende do tipo de câncer, do seu estágio e se a pessoa tem ou não sensibilidade a certos hormônios e excesso ou não de produção da proteína HER2, que possibilita o crescimento das células anormais do corpo. Os tratamentos podem incluir radioterapia, hormonioterapia e quimioterapia, com medicamentos para destruir células cancerosas, além de cirurgias. Mais recentemente tem sido adotada a terapia-alvo, que usa substâncias para identificar e atacar determinadas características das células cancerígenas.
Do raio X à mamografia
Nos séculos passados o índice de morte por câncer de mama era muito alto. Buscava-se uma forma de detectar e tratar a doença precocemente, o que passou a ser possível a partir da descoberta do raio X, em 1895. Menos de duas décadas depois, o cirurgião alemão Albert Salomon fez as primeiras radiografias de peças de mastectomia para demonstrar a extensão do tumor, descrevendo a presença de microcalcificações na mama. Em 1949, Raul Leborgne desenvolveu a técnica de compressão da mama, fundamental para melhorar a qualidade da imagem, o que permitiu estabelecer as diferenças entre calcificações benignas e malignas. Mas apenas em 1965 foi criado o primeiro raio X específico para mamas, o mamógrafo. O aparelho, cada vez mais aperfeiçoado, se tornou fundamental para o diagnóstico precoce do câncer. Hoje, com o aporte da tecnologia digital é possível visualizar com maior nitidez toda a estrutura da mama, da base ao ápice, e detectar achados característicos de lesões benignas ou malignas. De acordo com o caso, podem ser solicitados exames intervencionistas como punção e biópsia.
