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Dr. Giovanni Capozzielli - Diretor Técnico Médico - CRM-SP 124333

Curiosidades sobre Saúde e Bem-Estar

Informações surpreendentes e curiosas para quem gosta de cuidar do corpo e da mente.

Por que falamos durante o sono?

Por que falamos durante o sono?

Falar enquanto dormimos é comum. De crianças a adultos, praticamente todos passamos por isso de vez em quando. Não existe pesquisa científica que explique definitivamente o porquê. O que se sabe é que há vários fatores envolvidos nessa ocorrência. Segundo a National Sleep Association (EUA), falamos, por exemplo, quando estamos angustiados com algum acontecimento ou até mesmo porque não tivemos coragem de dizer o que queríamos. Também pode vir de um estresse prolongado, tensão, cansaço (físico ou mental), privação de sono, efeito de álcool e febre. Mas quando a emissão de sons e palavras é frequente durante o sono e a pessoa chega até a conversar, pode ser que sofra de um distúrbio chamado sonilóquio e deve procurar um médico especialista para tratamento.


Língua humana, essa máquina incansável!

Assim como o coração, a língua é um músculo que não para de trabalhar. E graças à sua força e flexibilidade, é capaz de atuar em vários processos ao mesmo tempo Por exemplo, ajuda a eliminar bactérias ruins da respiração e ativar as glândulas salivares participando do processo digestivo. É ela também que envia sinais dos compostos químicos dos alimentos para o cérebro identificar cada sabor. Na fala, contribui com a produção do som.  Outras atividades não menos vitais são o ato de cuspir e até mesmo beijar. É muito importante manter a língua limpa. Mais de 700 bactérias diferentes vivem na boca e um grande número delas vai para a saliva, contaminando os detritos alimentares que causam a saburra e o mau hálito.

Língua humana, essa máquina incansável!

Caminhar para pensar melhor

Caminhar para pensar melhor

Todos sabem que fazer caminhadas é bom para a saúde em geral. Mas estudiosos acabam  de demonstrar que esta prática dá uma força também para a inteligência e a criatividade. Mesmo em ritmo normal, andar a pé faz o coração bater mais rápido e circular mais sangue e oxigênio por todo o corpo, inclusive para o cérebro. Isso significa potencializar as conexões cerebrais e o crescimento de novos neurônios, além de melhor comunicação entre eles. Resumindo: caminhar retarda o envelhecimento cerebral, organiza melhor os pensamentos e idéias e, de quebra, diminui a ansiedade.  Portanto,  saia da cadeira e vá em frente!


Memória feminina x masculina

A fama de que as mulheres têm mais memória do que os homens tem razão de ser, mas pode ser válida só até certa fase da vida. Quando comparadas em todas as medidas  entre homens e mulheres de diferentes faixas etárias, a memória delas superam a deles até a meia-idade. Mas após a menopausa, começam a perder terreno. O declínio nos níveis de estrogênio atinge tanto a aprendizagem como a recuperação de informações, embora o armazenamento e a consolidação de dados se mantenham. A constatação é de um estudo da Sociedade Norte-Americana de Menopausa (NAMS, em inglês), presidido pela médica JoAnn Pinkerton.

Memória feminina x masculina

Da Fórmula 1 para a Neurologia

Da Fórmula 1 para a Neurologia

A tecnologia da telemetria, usada nos carros e pilotos da McLaren-Honda, agora será adotada também nos campos da saúde e pesquisa clínica. Os sensores que captam 12 bilhões de dados em tempo real serão ligados a pessoas com problemas neurológicos para analisar e ajudar a estabelecer tratamentos de lesões no cérebro, neurotraumas e hidrocefalia, entre outros. Ao captar dados precisos sobre os movimentos dos pacientes em tempo real, a telemetria permitirá estabelecer terapêuticas individualizadas e até novas abordagens. O acordo foi firmado entre a famosa fabricante de carros de Fórmula 1 e o Instituto Nacional de Neurociência de Singapura, chefiado pelo neurocirurgião Jai Rao.

Imagem: Shutterstock


O câncer de próstata em números

  • O câncer de próstata é o segundo mais comum no mundo, posição que ocupa também no Brasil, atrás apenas do câncer de pele não melanoma.
  • Estudos revelam que a cada 100 mil homens, 61,82 correm o risco de adquirir a doença. 
  • Três quartos dos casos ocorrem a partir dos 65 anos.
  • Para 2016, a estimativa é de 61.200 novos casos.
  • Mais de 13 mil homens morreram devido ao câncer de próstata em 2013. 

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Dr. Guilherme Alonso Daud Patavino - CRM 145535 e Dr. Jeferson Gustavo M. Henrique - CRM 143294, médicos especializados em Urologia atuam na Clínica Capozzielli.
Imagem: Shutterstock

O câncer de próstata em números

Uma doença silenciosa

Uma doença silenciosa

Mesmo quando o tumor da próstata já está instalado, nem sempre os sintomas aparecem. O diagnóstico inicial da doença é feito através do exame de toque e dosagem sérica de PSA, uma proteína existente na próstata que se eleva no sangue. No entanto, outras doenças também podem elevar o PSA, como a prostatite (infecção da próstata) e a hiperplasia prostática benigna - HPB (aumento da próstata). Havendo suspeita de câncer, outros exames serão solicitados pelo médico.

Fonte: Hospital de Câncer de Barretos.
Dr. Guilherme Alonso Daud Patavino - CRM 145535 e Dr. Jeferson Gustavo M. Henrique - CRM 143294, médicos especializados em Urologia atuam na Clínica Capozzielli.

Imagem: Shutterstock


O que é o câncer de próstata

A próstata é um órgão do aparelho reprodutor masculino localizado na parte baixa do abdome. Sua principal função é produzir parte do sêmen ou esperma. O câncer ocorre quando as células prostáticas se transformam e passam a proliferar de modo anormal. Sem tratamento, podem invadir órgãos vizinhos e até provocar metástase. A idade é um importante fator de risco para a doença, pois a incidência e a mortalidade aumentam muito após os 50 anos. Ter parente próximo, como pai ou irmão, com esse tipo de câncer, pode aumentar o seu risco de três a dez vezes. Maus hábitos alimentares e de estilo de vida, além de consumo de álcool e cigarro, também elevam o risco da doença. 

Fontes: Hospital de Câncer de Barretos e Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Dr. Guilherme Alonso Daud Patavino - CRM 145535 e Dr. Jeferson Gustavo M. Henrique - CRM 143294, médicos especializados em Urologia atuam na Clínica Capozzielli.

Imagem: Shutterstock

O que é o câncer de próstata