Dormir mais no fim de semana faz bem?
Estudo recente da Sociedade Europeia de Cardiologia com a participação de 90 mil pessoas indicou que quem dorme mais horas nos fins de semana diminui em 20% o seu risco de doença cardíaca. O ideal, porém, as pessoas devem manter sete a nove horas semanais de sono durante a noite. Nada impede, porém aproveitar as folgas do fim de semana para um sono mais prolongado, acrescentam os estudiosos.
Levante e ande
Reduzir em 40 minutos o tempo diário em que você fica sentado pode prevenir o agravamento da dor nas costas, de acordo com um estudo recente publicado no BMJ Open. Durante seis meses, os participantes que aumentaram o tempo de atividade em 20 minutos diários reduziram o sedentarismo e a dor. Vale lembrar que pessoas acima do peso, mais velhas e mais estressadas tendem a sofrer mais com esse mal. Portanto, mexa-se e fique de olho na balança!
Distanciamento social não é novidade
Sabia que o conceito de "distanciamento social" remonta a 6000 a.C? A revelação vem de antropólogos que analisaram os layouts de civilizações passadas, como a vila agrícola de Çatalhöyük (Anatólia), a mais antiga do planeta. E acabaram descobrindo que, intuitivamente, os moradores evoluíram melhor por se separarem em bairros, como um tipo de cápsula, ao invés de viverem em áreas muito povoadas. Isso impediu que vários surtos de doenças se espalhassem.
Melhor amigo também da sua saúde
Tutores enumeram facilmente as vantagens de conviver com pets, mas agora é a vez dos cientistas comprovarem. Pesquisas recentes revelaram que os animais de estimação evoluíram para ficar mais sintonizados com os humanos. Por exemplo: cães e gatos conseguem entender não apenas algumas palavras, mas também o tom de voz, a linguagem corporal e os gestos de seu tutor. Além disso, ajudam a reduzir o estresse, a ansiedade, a depressão porque incentivam a prática de exercícios, reduzindo as chances do tutor a prevenir a pressão alta e suprir a necessidade do toque – outra razão dos efeitos terapêuticos.
A influência das mundanças climáticas
As mudanças do clima vão afetar a vida e a saúde das pessoas de várias maneiras, sobretudo nos países em desenvolvimento, pois podem causar o aumento da poluição do ar, a redução da quantidade e da disponibilidade de água limpa e de alimentos. Estima-se que entre 2030 e 2050 mais de 250 mil mortes acontecerão ao ano em decorrência da desnutrição, da malária, da diarreia e do estresse térmico provocados pelas mudanças nos ciclos da natureza e do desmatamento. Os custos diretos para estão calculados hoje em US$4 milhões ao ano até 2030. O mundo precisa rever as emissões para evitar este cenário pior.
Três segredos para a saúde mental
Após a revisão de trabalhos recentes, pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia indicaram que exercícios físicos, relacionamento e paixão por uma área ou habilidade são fatores importantes para a saúde do cérebro.
Segundo os estudiosos, a paixão ou forte interesse por um assunto, pode ser um fator-chave para o bem-estar geral do indivíduo e o bom desenvolvimento da saúde mental.
O artigo foi publicado em edição especial do periódico “Brain Sciences”.
Frutas e vegetais fazem bem para coração e rins
Esta é a conclusão de cinco anos de estudo médico com pacientes portadores de hipertensão e doença renal crônica, realizado pela Universidade do Texas, em Austin (EUA).
O trabalho destaca a importância de adotar um esforço redobrado para consumir, pelo menos, duas a quatro xícaras de frutas e vegetais na dieta diária, juntamente com a terapia medicamentosa.
A informação foi publicada no periódico “American Journal of Medicine”.
Pressão alta e risco de Alzheimer
Estudo da Universidade New South Wales, na Austrália, com pessoas de 60 anos ou mais, indicou que a hipertensão não tratada pode ser um dos fatores significativos para a doença de Alzheimer.
O trabalho completo pode ser consultado na edição online da “Neurology”, revista médica da Academia Americana de Neurologia.
