Emoções e doenças cardíacas
Trabalho da American Heart Association, com apoio dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos, indicou que sentir raiva recorrente pode alterar a função cardiovascular e o risco de doenças cardiovasculares.
Isso ocorre porque emoções negativas fazem com que os vasos sanguíneos tenham a sua capacidade de abertura alterada, o que pode causar o desenvolvimento de aterosclerose, por exemplo.
Cirugia bariátrica e benefícios cognitivos
Estudo realizado por equipe da Universidade de Medicina de Nijmegen (Holanda) indicou que pessoas que apresentavam obesidade severa e foram submetidas à cirurgia bariátrica tiveram melhora da saúde a longo prazo, sendo 20% de melhora com relação à cognição.
O trabalho envolveu 133 participantes adultos, e o estudo pode ser consultado no site da Jama Network.
Saúde degrau a degrau
Trocar o elevador por escadas ajuda a prolongar a vida, mesmo para os que usam os degraus por poucos minutos.
É o que revela estudo apresentado na Sociedade Europeia de Cardiologia, explicando que mesmo as pequenas ações de atividade física desempenham importante papel na redução de 39% de doenças cardiovasculares e 24% de morte prematura.
O estudo envolveu participantes saudáveis e os com histórico prévio de ataque cardíaco ou doença arterial periférica.
Mais informações podem ser encontradas
Eventos da vida e estresse
De acordo com estudo científico da Sociedade Europeia de Cardiologia, acontecimentos causados por estresse, principalmente na infância e na meia-idade, podem aumentar o risco de distúrbios neurológicos na vida adulta, incluindo o Alzheimer.
O trabalho envolveu 1.290 participantes, incluindo voluntários, e foi apresentado no recente congresso da entidade. Cerca de 50 milhões de pessoas no mundo são afetadas pela demência e esse número poderá triplicar até 2050.
Experiências diárias e memória
Cientistas da Escola de Medicina Grossman, da Universidade de Nova Iorque, estudaram por que alguns acontecimentos ficam na nossa memória e outros são descartados.
Eles descobriram que tudo é decidido durante o dia pelo cérebro, que, através de ondas mais fortes e mais fracas, escolhe o que deve manter ou descartar.
A questão é importante porque a memória de acontecimentos significativos da vida está no centro da nossa identidade e participa da construção do nosso modelo interno de mundo.
Excesso de açúcar e depressão
Existe, sim, uma relação entre os dois fatores. É o que revela pesquisa da Universidade de Medicina de Shandong, na China.
O trabalho usou dados de 18 mil e 400 pessoas e indicou que, a cada 100 gramas a mais por dia de ingestão do açúcar, houve um aumento de 28% de risco de depressão.
Sono e hipertensão
Dormir menos de sete horas pode aumentar o risco de pressão alta, especialmente em mulheres, e dormir menos de cinco horas aumentou este risco em 11%, segundo estudo do American College of Cardiology.
A associação entre padrões de sono e pressão alta já havia sido observada em outras pesquisas, mas, para chegar a este resultado, foram reunidos dados de 16 estudos realizados entre janeiro de 2000 e maio de 2023, incluindo 1 milhão de pessoas de seis países que não tinham histórico de pressão alta.
Internet e idosos
Pesquisa revelou que o uso da rede mundial por cerca de duas horas por dia pode diminuir os efeitos do envelhecimento cerebral em adultos com mais idade.
Memória, desempenho cognitivo e raciocínio verbal revelaram estar mais bem preservados por esta camada da população.
A conclusão vem do levantamento de arquivo de mais de 18 mil participantes com idades entre 50 e 64,9 anos.
Saiba mais no “Journal of Internal Medicine”.
