Consumo de café e saúde
Trabalho recente publicado na revista “Brain” sugere que o famoso “cafezinho” pode ajudar também a retardar a progressão de Alzheimer em seu estágio inicial.
Segundo os especialistas, a cafeína poderia prevenir o avanço de distúrbios da memória, além de outros sintomas cognitivos e comportamentais.
Os estudos ainda estão em andamento, mas a perspectiva neste primeiro momento pode ser positiva, o que ajudaria a detectar a demência doze anos antes dos primeiros sintomas.
Rir com os filhos faz bem...
Contar piadas para os filhos pode ser uma ferramenta valiosa na sua criação e na reiteração de sentimentos positivos.
O estudo, publicado na revista científica “PLOS ONE”, revela que o humor fortalece as relações familiares: filhos de pais bem-humorados têm relacionamentos mais harmoniosos com a família e tendem a reproduzir esse comportamento com seus descendentes.
Segundo os autores, o humor alivia a tensão pois ajuda a transformar situações de estresse em oportunidades para resolver problemas, além de desenvolver a resiliência.
Gafe e rubor facial
O rubor pode estar ligado a emoções despertadas no cérebro em situações vexatórias, como mostra pesquisa publicada no periódico “Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences”.
Foram investigados os substratos neurais e os processos mentais do rubor em resposta à auto-observação.
Um grupo de meninas entre 16 e 20 anos cantou em sessões gravadas. Depois, assistiram aos vídeos sozinhas e o rubor foi mais intenso quando se observaram cantando.
Segundo o estudo, esta é uma emoção positiva, pois revela senso crítico, fundamental para o próprio crescimento.
Visão e distancia
Quem perde a visão antes dos 10 anos têm mais dificuldade de julgar de forma precisa a localização de um som.
Um estudo da Universidade de East Anglia (EUA), publicado no periódico “Optometry and Vision Sciences”, revelou que mesmo perdas parciais da visão podem levar a alterações na capacidade auditiva.
A pesquisa destacou a necessidade de criar soluções de saúde personalizadas para melhorar a qualidade de vida e a orientação espacial.
Eles, elas e a dor
Homens e mulheres respondem de forma diferente à dor. A causa pode estar na diferença na forma como as células nervosas respondem à sensibilização pela prolactina e pelo neurotransmissor orexina B, segundo estudo baseado na ação dessas substâncias nos tecidos de camundongos, macacos e humanos.
A conclusão foi que a exposição à prolactina tornou as células nervosas das fêmeas e dos machos mais ativas. A informação poderá ser usada para criar medicamentos específicos para cada sexo.
Emoções e doenças cardíacas
Trabalho da American Heart Association, com apoio dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos, indicou que sentir raiva recorrente pode alterar a função cardiovascular e o risco de doenças cardiovasculares.
Isso ocorre porque emoções negativas fazem com que os vasos sanguíneos tenham a sua capacidade de abertura alterada, o que pode causar o desenvolvimento de aterosclerose, por exemplo.
Cirugia bariátrica e benefícios cognitivos
Estudo realizado por equipe da Universidade de Medicina de Nijmegen (Holanda) indicou que pessoas que apresentavam obesidade severa e foram submetidas à cirurgia bariátrica tiveram melhora da saúde a longo prazo, sendo 20% de melhora com relação à cognição.
O trabalho envolveu 133 participantes adultos, e o estudo pode ser consultado no site da Jama Network.
Saúde degrau a degrau
Trocar o elevador por escadas ajuda a prolongar a vida, mesmo para os que usam os degraus por poucos minutos.
É o que revela estudo apresentado na Sociedade Europeia de Cardiologia, explicando que mesmo as pequenas ações de atividade física desempenham importante papel na redução de 39% de doenças cardiovasculares e 24% de morte prematura.
O estudo envolveu participantes saudáveis e os com histórico prévio de ataque cardíaco ou doença arterial periférica.
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