Melhor amigo também da sua saúde
Tutores enumeram facilmente as vantagens de conviver com pets, mas agora é a vez dos cientistas comprovarem. Pesquisas recentes revelaram que os animais de estimação evoluíram para ficar mais sintonizados com os humanos. Por exemplo: cães e gatos conseguem entender não apenas algumas palavras, mas também o tom de voz, a linguagem corporal e os gestos de seu tutor. Além disso, ajudam a reduzir o estresse, a ansiedade, a depressão porque incentivam a prática de exercícios, reduzindo as chances do tutor a prevenir a pressão alta e suprir a necessidade do toque – outra razão dos efeitos terapêuticos.
A influência das mundanças climáticas
As mudanças do clima vão afetar a vida e a saúde das pessoas de várias maneiras, sobretudo nos países em desenvolvimento, pois podem causar o aumento da poluição do ar, a redução da quantidade e da disponibilidade de água limpa e de alimentos. Estima-se que entre 2030 e 2050 mais de 250 mil mortes acontecerão ao ano em decorrência da desnutrição, da malária, da diarreia e do estresse térmico provocados pelas mudanças nos ciclos da natureza e do desmatamento. Os custos diretos para estão calculados hoje em US$4 milhões ao ano até 2030. O mundo precisa rever as emissões para evitar este cenário pior.
Três segredos para a saúde mental
Após a revisão de trabalhos recentes, pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia indicaram que exercícios físicos, relacionamento e paixão por uma área ou habilidade são fatores importantes para a saúde do cérebro.
Segundo os estudiosos, a paixão ou forte interesse por um assunto, pode ser um fator-chave para o bem-estar geral do indivíduo e o bom desenvolvimento da saúde mental.
O artigo foi publicado em edição especial do periódico “Brain Sciences”.
Frutas e vegetais fazem bem para coração e rins
Esta é a conclusão de cinco anos de estudo médico com pacientes portadores de hipertensão e doença renal crônica, realizado pela Universidade do Texas, em Austin (EUA).
O trabalho destaca a importância de adotar um esforço redobrado para consumir, pelo menos, duas a quatro xícaras de frutas e vegetais na dieta diária, juntamente com a terapia medicamentosa.
A informação foi publicada no periódico “American Journal of Medicine”.
Pressão alta e risco de Alzheimer
Estudo da Universidade New South Wales, na Austrália, com pessoas de 60 anos ou mais, indicou que a hipertensão não tratada pode ser um dos fatores significativos para a doença de Alzheimer.
O trabalho completo pode ser consultado na edição online da “Neurology”, revista médica da Academia Americana de Neurologia.
Consumo de café e saúde
Trabalho recente publicado na revista “Brain” sugere que o famoso “cafezinho” pode ajudar também a retardar a progressão de Alzheimer em seu estágio inicial.
Segundo os especialistas, a cafeína poderia prevenir o avanço de distúrbios da memória, além de outros sintomas cognitivos e comportamentais.
Os estudos ainda estão em andamento, mas a perspectiva neste primeiro momento pode ser positiva, o que ajudaria a detectar a demência doze anos antes dos primeiros sintomas.
Rir com os filhos faz bem...
Contar piadas para os filhos pode ser uma ferramenta valiosa na sua criação e na reiteração de sentimentos positivos.
O estudo, publicado na revista científica “PLOS ONE”, revela que o humor fortalece as relações familiares: filhos de pais bem-humorados têm relacionamentos mais harmoniosos com a família e tendem a reproduzir esse comportamento com seus descendentes.
Segundo os autores, o humor alivia a tensão pois ajuda a transformar situações de estresse em oportunidades para resolver problemas, além de desenvolver a resiliência.
Gafe e rubor facial
O rubor pode estar ligado a emoções despertadas no cérebro em situações vexatórias, como mostra pesquisa publicada no periódico “Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences”.
Foram investigados os substratos neurais e os processos mentais do rubor em resposta à auto-observação.
Um grupo de meninas entre 16 e 20 anos cantou em sessões gravadas. Depois, assistiram aos vídeos sozinhas e o rubor foi mais intenso quando se observaram cantando.
Segundo o estudo, esta é uma emoção positiva, pois revela senso crítico, fundamental para o próprio crescimento.
