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Dr. Giovanni Capozzielli - Diretor Técnico Médico - CRM-SP 124333

Curiosidades sobre Saúde e Bem-Estar

Informações surpreendentes e curiosas para quem gosta de cuidar do corpo e da mente.

Três segredos para a saúde mental

Três segredos para a saúde mental

Após a revisão de trabalhos recentes, pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia indicaram que exercícios físicos, relacionamento e paixão por uma área ou habilidade são fatores importantes para a saúde do cérebro.

 

Segundo os estudiosos, a paixão ou forte interesse por um assunto, pode ser um fator-chave para o bem-estar geral do indivíduo e o bom desenvolvimento da saúde mental.

 

O artigo foi publicado em edição especial do periódico “Brain Sciences”.


Frutas e vegetais fazem bem para coração e rins

Esta é a conclusão de cinco anos de estudo médico com pacientes portadores de hipertensão e doença renal crônica, realizado pela Universidade do Texas, em Austin (EUA).

 

O trabalho destaca a importância de adotar um esforço redobrado para consumir, pelo menos, duas a quatro xícaras de frutas e vegetais na dieta diária, juntamente com a terapia  medicamentosa.

 

A informação foi publicada no periódico “American Journal of Medicine”.

Frutas e vegetais fazem bem para coração e rins

Pressão alta e risco de Alzheimer

Pressão alta e risco de Alzheimer

Estudo da Universidade New South Wales, na Austrália, com pessoas de 60 anos ou mais, indicou que a hipertensão não tratada pode ser um dos fatores significativos para a doença de Alzheimer.

 

O trabalho completo pode ser consultado na edição online da “Neurology”, revista médica da Academia Americana de Neurologia.


Consumo de café e saúde

Trabalho recente publicado na revista “Brain” sugere que o famoso “cafezinho” pode ajudar também a retardar a progressão de Alzheimer em seu estágio inicial.

 

Segundo os especialistas, a cafeína poderia prevenir o avanço de distúrbios da memória, além de outros sintomas cognitivos e comportamentais.

 

Os estudos ainda estão em andamento, mas a perspectiva neste primeiro momento pode ser positiva, o que ajudaria a detectar a demência doze anos antes dos primeiros sintomas.

Consumo de café e saúde

Rir com os filhos faz bem...

Rir com os filhos faz bem...

Contar piadas para os filhos pode ser uma ferramenta valiosa na sua criação e na reiteração de sentimentos positivos.

 

O estudo, publicado na revista científica “PLOS ONE”, revela que o humor fortalece as relações familiares: filhos de pais bem-humorados têm relacionamentos mais harmoniosos com a família e tendem a reproduzir esse comportamento com seus descendentes.

 

Segundo os autores, o humor alivia a tensão pois ajuda a transformar situações de estresse em oportunidades para resolver problemas, além de desenvolver a resiliência.


Gafe e rubor facial

O rubor pode estar ligado a emoções despertadas no cérebro em situações vexatórias, como mostra pesquisa publicada no periódico “Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences”.

 

Foram investigados os substratos neurais e os processos mentais do rubor em resposta à auto-observação.

 

Um grupo de meninas entre 16 e 20 anos cantou em sessões gravadas. Depois, assistiram aos vídeos sozinhas e o rubor foi mais intenso quando se observaram cantando.

 

Segundo o estudo, esta é uma emoção positiva, pois revela senso crítico, fundamental para o próprio crescimento.

Gafe e rubor facial

Visão e distancia

Visão e distancia

Quem perde a visão antes dos 10 anos têm mais dificuldade de julgar de forma precisa a localização de um som.

 

Um estudo da Universidade de East Anglia (EUA), publicado no periódico “Optometry and Vision Sciences”, revelou que mesmo perdas parciais da visão podem levar a alterações na capacidade auditiva.

 

A pesquisa destacou a necessidade de criar soluções de saúde personalizadas para melhorar a qualidade de vida e a orientação espacial.


Eles, elas e a dor

Homens e mulheres respondem de forma diferente à dor. A causa pode estar na diferença na forma como as células nervosas respondem à sensibilização pela prolactina e pelo neurotransmissor orexina B, segundo estudo baseado na ação dessas substâncias nos tecidos de camundongos, macacos e humanos.

 

A conclusão foi que a exposição à prolactina tornou as células nervosas das fêmeas e dos machos mais ativas. A informação poderá ser usada para criar medicamentos específicos para cada sexo.

Eles, elas e a dor