Discriminação e pressão alta
Estudo realizado durante oito anos por cientistas da Universidade da Califórnia de Los Angeles, indicou que pessoas que se sentem discriminadas no local de trabalho têm 54% mais tendência de desenvolver hipertensão. O trabalho usou um questionário em que os participantes responderam questões sobre as suas experiências e se consideravam ser tratados injustamente. Foram avaliadas também se julgavam as promoções justas e se sentiam expostos a calúnias, além de questões raciais e sexuais e até piadas.
O estudo completo pode ser consultado no Journal of the American Heart Association: https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/JAHA.122.027374
Cerébro e Obesidade
Um novo trabalho desenvolvido por pesquisadores da Universidade da Califórnia (UCLA), revelou que o desenvolvimento da obesidade envolve fatores diferentes em homens e mulheres. Também foram encontradas variações nas redes cerebrais associadas a adversidades no início da vida, à qualidade da saúde mental e na forma como a estimulação sensorial é experimentada. Segundo os cientistas, as descobertas podem ajudar para maior precisão nos tratamentos da obesidade. O estudo completo foi publicado na revista Brain Communications.
Os perigos do estresse
Pessoas com alto nível de estresse apresentam maior possibilidade de sofrer a deterioração da função cognitiva, apresentando dificuldade de se concentrar e de aprender novos conhecimentos. O estresse também aumenta o risco de derrame cerebral e baixa imunidade, além de induzir as pessoas a adotar comportamentos nada saudáveis, inclusive o de pouca atividade física. O estudo, publicado no “JAMA Network Open”, destacou ainda que as pessoas estressadas são as que têm maior possibilidade de apresentar riscos cardiovasculares.
Quando você esta se apaixonando...
o seu cérebro vive uma verdadeira tempestade química, parecida com uma explosão, provocando sentimentos que vão da excitação à sensação de estar “voando”. Toda esta “tempestade de emoções” é provocada por diferentes substâncias, entre as quais a oxitocina, conhecida como “hormônio do amor” e a dopamina, associada à recompensa. É a maneira do cérebro avisar de que algo muito novo está acontecendo, fazendo você se sentir com mais vivo do que nunca! A informação é da American Heart Association.??
Ouvindo boas novas
Segundo cientistas da Universidade de Rochester (Reino Unido), em um futuro próximo a perda auditiva poderá ser revertida pelo processo regenerativo das células que nos ajudam a ouvir. Em geral, as pessoas expostas repetidamente a ruídos altos estão mais sujeitas à perda auditiva precoce -- como os trabalhadores da construção civil, militares, músicos e até mesmo os frequentadores de shows. A descoberta permitirá identificar os mecanismos capazes de promover esta regeneração celular, segundo publicação da “Frontiers”.
Estilo de vida e memória
Durante dez anos, neurologistas da Universidade de Pequim, acompanharam adultos de 60 anos ou mais com o objetivo de estabelecer a relação entre o estilo de vida e a perda de memória. A conclusão foi que uma combinação de comportamentos saudáveis torna mais lento este processo, mesmo em adultos geneticamente suscetíveis ao problema. Até então, pesquisas detalhavam como elementos importantes a dieta, a atividade física, a nicotina, e a bebida alcoólica. O estudo completo foi publicado no “British Medical Journal” (BMJ).
Exercicios e rejuvenescimento
Estudo de laboratório da Universidade de Londres revelou que mesmo quem nunca praticou atividade física poderá começar agora e obter os mesmos benefícios, como o de manter o corpo e a mente mais jovens por mais tempo, além de correr menor risco de doenças crônicas associadas ao envelhecimento – entre as quais, as cardiovasculares, o Alzheimer e o Parkinson. A descoberta poderá ajudar no desenvolvimento de tratamentos antienvelhecimento associados a medicamentos e dieta saudável. O trabalho completo está disponível no “Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry”.
Bastam cinco minutos
Deixar a cadeira de lado a cada meia hora e caminhar apenas cinco minutos pode evitar importantes riscos à saúde – como doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e pressão alta. A revelação é de cientistas da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, que tiveram seu trabalho publicado na revista “Medicine & Science in Sports & Exercise” da American College of Sports Medicine. Estes números reforçam a estimativa da Organização Mundial da Saúde de que cerca de dois milhões de mortes humanas estão ligadas à inatividade física.
