O humor nasce com os bebês
Cientistas da Universidade de Bristol (Inglaterra), que estudaram o desenvolvimento do humor em bebês de zero a quatro anos, concluíram que um bebê a partir de um mês de nascimento já reagem ao humor. Com menos de um ano, são sensíveis ao ver posturas e caretas e ao ouvir sons engraçados. Depois, vem a fase do chamado “humor cruel”, como empurrar outra criança. A partir dos três anos, o humor infantil começa a integrar as regras sociais. A informação completa está na Behavior Research Methods https://doi.org/10.3758/s13428-021-01704-4
Os perigos da Falta de Sono...
Mais de um bilhão de pessoas no mundo sofrem de apneia obstrutiva do sono, que provoca sonolência diurna excessiva, fadiga, ronco pesado e sono não reparador. E estão duas vezes mais sujeitas à morte cardiovascular, sendo que o risco aumenta com a idade. É o que informa estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) Open Respiratory Research, do Penn State College, Reino Unido.
Novembro é Azul
Este é o mês em que o mundo destaca e reforça a importância de estar sempre atento aos sintomas iniciais do câncer de próstata, o mais comum entre os homens de 45 a 50 anos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, um homem morre da doença a cada 38 minutos! E a única forma de prevenção e tratamento é o diagnóstico precoce. Portanto, não deixe de consultar sempre o seu urologista.
As bactérias que fazem bem
Usando um novo sequenciamento genético, cientistas do Instituto Wellcome Sanger, no Reino Unido, trouxeram informações inéditas sobre a evolução, colonização e transmissão de bactérias intestinais que permitirão o desenvolvimento de terapias para tratar a nossa saúde. Também pode informar o desenvolvimento de terapias baseadas em microbioma, onde bactérias-chave podem ser selecionadas para tratar diferentes doenças associadas ao intestino.
Mais vegetais, menos riscos cardíacos
Ter uma dieta rica em alimentos de origem vegetal durante a juventude, idade adulta e em mulheres na pós-menopausa pode diminuir o menor risco de doenças cardiovasculares. É o que revela artigo publicado no jornal da American Heart Association. Frutas, legumes, verduras, óleos vegetais, além de grãos integrais, aves e peixes sem pele, são recomendadas por Yuni Choi, PhD em Nutrição e principal autora do estudo, realizado na Escola de Saúde Pública da Universidade de Minnesota (EUA).
Castigo não resolve mesmo!?
Estudos da Universidade do Texas, em Austin (EUA) revelam que o castigo físico realmente não é eficaz para corrigir problemas de comportamento infantil, independente do sexo, raça ou etnia. Ao contrário, prejudica o desenvolvimento e bem-estar dos pequenos. Hoje, segundo a pesquisa, 63% das crianças entre dois e quatro anos no mundo, são submetidas a castigos físicos por parte dos seus responsáveis. A informação foi publicada na revista científica The Lancet.
Quanto mais passos, mais vida...
A conclusão é de trabalho apresentado no seminário virtual Lifestyle and Cardiometabolic da série Epidemiology and Prevention, da American Heart Association. Caminhar é a prática mais fácil e barata de exercício moderado para a qualidade de vida: basta um par de tênis e uma roupa confortável. Quanto mais passos por dia, mais efeitos positivos na qualidade do sono, saúde cardiovascular e mental, reforçam os estudiosos.
Os mosquitos estéreis vêm aí...
Dengue, febre amarela, zica e outras doenças causadas por vírus poderão ser controladas com a criação de uma população de machos estéreis que não conseguirão fertilizar as fêmeas, diminuindo a população transmissora dessas doenças. O estudo, da Universidade da Califórnia, foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Science. Atualmente, cerca de 700 milhões de pessoas por ano são afetadas por esses insetos.
