Quanto mais passos, mais vida...
A conclusão é de trabalho apresentado no seminário virtual Lifestyle and Cardiometabolic da série Epidemiology and Prevention, da American Heart Association. Caminhar é a prática mais fácil e barata de exercício moderado para a qualidade de vida: basta um par de tênis e uma roupa confortável. Quanto mais passos por dia, mais efeitos positivos na qualidade do sono, saúde cardiovascular e mental, reforçam os estudiosos.
Os mosquitos estéreis vêm aí...
Dengue, febre amarela, zica e outras doenças causadas por vírus poderão ser controladas com a criação de uma população de machos estéreis que não conseguirão fertilizar as fêmeas, diminuindo a população transmissora dessas doenças. O estudo, da Universidade da Califórnia, foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Science. Atualmente, cerca de 700 milhões de pessoas por ano são afetadas por esses insetos.
Estes sons fazem um bem...
Ouvir o fluxo das águas de um rio e o canto de pássaros é benéfico para a saúde, segundo novo estudo da equipe de biologia da Carleton University, em Ottawa (Canadá). O trabalho quantificou as vantagens que os sons naturais trazem tanto para o desempenho cognitivo quanto para elevar o moral, diminuindo, por exemplo, o estresse em relação à sensibilidade à dor. Foram detectados efeitos benéficos na freqüência cardíaca, pressão arterial, dor ou tensão por meio dos níveis de cortisol. Os sons testados foram o da água, seguido do canto dos pássaros e a união dos dois. A informação é da revista científica PNAS.
Carne processada e saúde
Um novo estudo confirmou os efeitos danosos das carnes processadas sobre o nosso organismo, como as salsichas, as defumadas, as curadas ou com adição de conservantes. Bastam 180 gramas desses produtos por semana para aumentar o risco de doenças cardíacas e até de morte, concluiu o trabalho do centro de pesquisa do Hamilton Health Sciences e da Universidade McMaster, no Canadá. A informação foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition.
Quem come mal à noite...
... poderá ter dificuldade no trabalho no dia seguinte, tornando-se menos prestativo e mais retraído. É o que indica estudo realizado pela North Carolina State University (EUA). Para chegar a este resultado, foram pesquisados 97 funcionários de empresas durantes dez dias. Os participantes responderam a perguntas relacionadas ao seu bem-estar físico, emocional e aos hábitos alimentares antes de dormir. Os que comeram fast-food ou lanches pouco saudáveis à noite, foram os mais propensos a ter problemas para trabalhar, além de dores de dores de cabeça e distúrbios digestivos.
A conta que pode ajudar a viver mais
Comer diariamente duas frutas e três outros vegetais, como legumes e verduras, pode ajudar a ter uma vida mais longa e saudável. É o que revela estudo da publicação científica Circulation, da American Heart Association. A “receita” ajuda a reduzir a probabilidade de desenvolver doenças cardiovasculares e câncer, segundo a pesquisa, que usou uma base de dados de mais de dois milhões de adultos de instituições médicas de 29 países e territórios.
Cochilar faz bem!
Um novo estudo da Universidade de Rochester (EUA), demonstrou que este neuromodulador pode levar a futuras alterações cognitivas em crianças entre 9 e 10 anos. Isso ocorre porque a cafeína consegue atravessar com facilidade a barreira placentária e o feto não possui a enzima que permitiria decompô-la, explica o artigo na publicação Neuropharmacology. A pesquisa usou a base de exames de ressonância magnética de mais de nove mil crianças daquela faixa etária. Mais informações em < https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33529676/ >
Músculo exercitado reduz inflamação
Uma boa notícia para quem sofre com inflamações musculares persistentes, comuns em certas doenças como artrite reumatoide e perda de massa muscular associada ao envelhecimento (sarcopenia). Pesquisa realizada pela Duke University (UK), demonstrou que os músculos humanos, quando exercitados, revelam uma capacidade inata para evitar os efeitos prejudiciais das inflamações crônicas. O trabalho foi realizado por um grupo de engenheiros biomédicos com músculos humanos desenvolvidos em laboratório. A informação é do serviço de imprensa da universidade. Uma boa notícia para quem sofre com inflamações musculares persistentes, comuns em certas doenças como artrite reumatoide e perda de massa muscular associada ao envelhecimento (sarcopenia). Pesquisa realizada pela Duke University (UK), demonstrou que os músculos humanos, quando exercitados, revelam uma capacidade inata para evitar os efeitos prejudiciais das inflamações crônicas. O trabalho foi realizado por um grupo de engenheiros biomédicos com músculos humanos desenvolvidos em laboratório. A informação é do serviço de imprensa da universidade.
