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Dr. Giovanni Capozzielli - Diretor Técnico Médico - CRM-SP 124333

Curiosidades sobre Saúde e Bem-Estar

Informações surpreendentes e curiosas para quem gosta de cuidar do corpo e da mente.

O câncer de próstata em números

O câncer de próstata em números

  • O câncer de próstata é o segundo mais comum no mundo, posição que ocupa também no Brasil, atrás apenas do câncer de pele não melanoma.
  • Estudos revelam que a cada 100 mil homens, 61,82 correm o risco de adquirir a doença. 
  • Três quartos dos casos ocorrem a partir dos 65 anos.
  • Para 2016, a estimativa é de 61.200 novos casos.
  • Mais de 13 mil homens morreram devido ao câncer de próstata em 2013. 

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Dr. Guilherme Alonso Daud Patavino - CRM 145535 e Dr. Jeferson Gustavo M. Henrique - CRM 143294, médicos especializados em Urologia atuam na Clínica Capozzielli.
Imagem: Shutterstock


Uma doença silenciosa

Mesmo quando o tumor da próstata já está instalado, nem sempre os sintomas aparecem. O diagnóstico inicial da doença é feito através do exame de toque e dosagem sérica de PSA, uma proteína existente na próstata que se eleva no sangue. No entanto, outras doenças também podem elevar o PSA, como a prostatite (infecção da próstata) e a hiperplasia prostática benigna - HPB (aumento da próstata). Havendo suspeita de câncer, outros exames serão solicitados pelo médico.

Fonte: Hospital de Câncer de Barretos.
Dr. Guilherme Alonso Daud Patavino - CRM 145535 e Dr. Jeferson Gustavo M. Henrique - CRM 143294, médicos especializados em Urologia atuam na Clínica Capozzielli.

Imagem: Shutterstock

Uma doença silenciosa

O que é o câncer de próstata

O que é o câncer de próstata

A próstata é um órgão do aparelho reprodutor masculino localizado na parte baixa do abdome. Sua principal função é produzir parte do sêmen ou esperma. O câncer ocorre quando as células prostáticas se transformam e passam a proliferar de modo anormal. Sem tratamento, podem invadir órgãos vizinhos e até provocar metástase. A idade é um importante fator de risco para a doença, pois a incidência e a mortalidade aumentam muito após os 50 anos. Ter parente próximo, como pai ou irmão, com esse tipo de câncer, pode aumentar o seu risco de três a dez vezes. Maus hábitos alimentares e de estilo de vida, além de consumo de álcool e cigarro, também elevam o risco da doença. 

Fontes: Hospital de Câncer de Barretos e Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Dr. Guilherme Alonso Daud Patavino - CRM 145535 e Dr. Jeferson Gustavo M. Henrique - CRM 143294, médicos especializados em Urologia atuam na Clínica Capozzielli.

Imagem: Shutterstock


Diagnósticos e terapêuticas do câncer de mama

Atualmente existem inúmeros recursos para descobrir precocemente a presença de um tumor de mama. Além dos exames clínicos e a mamografia, pode-se contar com diferentes testes e exames. A ressonância magnética, por exemplo, ajuda a identificar melhor o tumor e a avaliar uma mudança anormal revelada pelo mamógrafo. Já a ecografia das mamas permite indicar se a tumoração é sólida ou está cheia de líquido. Pode-se contar ainda com a biópsia guiada por ecografia que usa uma agulha para extrair da lesão amostras de tecido e líquido a serem analisados. Outro exame comum é a tomografia computadorizada que verifica se o câncer se estendeu além da mama. A abordagem terapêutica depende do tipo de câncer, do seu estágio e se a pessoa tem ou não sensibilidade a certos hormônios e excesso ou não de produção da proteína HER2, que possibilita o crescimento das células anormais do corpo. Os tratamentos podem incluir radioterapia, hormonioterapia e quimioterapia, com medicamentos para destruir células cancerosas, além de cirurgias. Mais recentemente tem sido adotada a terapia-alvo, que usa substâncias para identificar e atacar determinadas características das células cancerígenas.

Diagnósticos e terapêuticas do câncer de mama

Do raio X  à mamografia

Do raio X à mamografia

Nos séculos passados o índice de morte por câncer de mama era muito alto. Buscava-se uma forma de detectar e tratar a doença precocemente, o que passou a ser possível a partir da descoberta do raio X, em 1895. Menos de duas décadas depois, o cirurgião alemão Albert Salomon fez as primeiras radiografias de peças de mastectomia para demonstrar a extensão do tumor, descrevendo a presença de microcalcificações na mama. Em 1949, Raul Leborgne desenvolveu a técnica de compressão da mama, fundamental para melhorar a qualidade da imagem, o que permitiu estabelecer as diferenças entre calcificações benignas e malignas. Mas apenas em 1965 foi criado o primeiro raio X específico para mamas, o mamógrafo. O aparelho, cada vez mais aperfeiçoado, se tornou fundamental para o diagnóstico precoce do câncer. Hoje, com o aporte da tecnologia digital é possível visualizar com maior nitidez toda a estrutura da mama, da base ao ápice, e detectar achados característicos de lesões benignas ou malignas. De acordo com o caso, podem ser solicitados exames intervencionistas como punção e biópsia.


Evolução dos tratamentos do câncer de mama

As primeiras terapêuticas para essa doença vêm da antiguidade e estão relacionadas com a cirurgia. No século 19 foi criada a revolucionária técnica da mastectomia radical, com a retirada da mama e dos músculos peitorais, linfonodos e tecidos adjacentes. O objetivo era evitar que o câncer se espalhasse. Mais tarde, novos estudos levaram ao conceito de abordar o tumor de forma local e regional em combinação com um novo tratamento, a radioterapia, uma revolução em plenos anos de 1950. Já a história da quimioterapia remete às duas guerras mundiais do século 20, a partir da descoberta dos efeitos de algumas armas químicas. Em 1942 médicos norte-americanos tratavam o câncer de mama com produtos químicos, método que evoluiu para a descoberta de novos medicamentos. Nos anos 50, o descobrimento do DNA ajudou no conhecimento mais profundo sobre as células e o desenvolvimento de terapêuticas mais específicas visando maior sobrevida da paciente. Importante também foi a técnica de reconstrução mamária que transformou a cirurgia em menos traumática, permitiu melhorar  a autoestima das pacientes e a sua qualidade de vida. // Por Dra. Ana Carolina Mühlberger - CRM: 138852

Evolução dos tratamentos do câncer de mama

Câncer de mama, uma história antiga

Câncer de mama, uma história antiga

Essa doença já era conhecida entre os egípcios três mil anos antes de Cristo. Na Grécia, o médico grego Hipócrates, que viveu entre 470 e 370 aC, chamou a doença de “karkinos”, que significa caranguejo, devido à aparência ramificada do tumor.  A palavra deu origem  aos termos cancro e carcinoma, usados até hoje. Arqueólogos do Egito descobriram um esqueleto feminino de 40 a 45 anos com lesões ósseas semelhantes à metástase do câncer mamário. Vários outros documentos através dos séculos mencionam essa patologia Um estudo recente reunindo medicina e história da arte revelou que este tipo de câncer aparece também em esculturas e pinturas. Uma delas refere-se à obra A Noite, de Michelangelo, na qual uma mulher apresenta desvio do mamilo e depressão na pele em um dos seios, que foram associados a sintomas de câncer de mama.
Por Dra. Ana Carolina Mühlberger - CRM: 138852 - Médica especializada em Mastologia.

 

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O que faz um campeão correr tão rápido?

Muitos fatores, além de treinamento e dedicação intensa, contribuem para alguém chegar a ser tricampeão olímpico dos 100 metros rasos, como Usain Bolt. Por exemplo, possuir, como ele, 80% da musculatura composta de fibras rápidas. Metade das pessoas possui só 50%, enquanto a outra metade tem apenas fibras lentas. Fundamental também é contrair fortemente os quadríceps (coxas) para acelerar rapidamente o corpo e empurrá-lo para a frente, exercendo força horizontal  – é por isso que esses atletas ficam meio curvados durante a aceleração. Só quando atingem os 45 km por hora, que é o máximo que um ser humano consegue atingir, eles levantam um pouco o corpo. Nesta etapa, não se preocupam muito em respirar, pois toda a sua energia é anaeróbica, ou seja, não depende de oxigênio. Nas passadas finais, a freqüência cardíaca já está diminuindo e começa a se estabilizar. E o ácido lático, que gera energia, se desloca dos músculos para o sangue. É quando eles respiram profundamente. Esse processo intenso, que no caso de Bolt não demorou 10 segundos, acaba por liberar endorfinas, causando enorme sensação de alegria e bem-estar. /// Mikael Damkier/Shutterstock.com

 O que faz um campeão correr tão rápido?