Saúde (também) entra na dança!
Você tem idéia do quanto dançar faz bem a sua saúde? Pois veja o que recentes estudos revelaram. Para começar, tonifica e flexibiliza os músculos, melhora a coordenação motora e queima calorias. Além disso, cada vez que aprendemos um novo passo, nosso cérebro estabelece novas conexões neurais, ou seja, se exercita e se mantém mais ativo. De acordo com artigo publicado do New England Journal of Medicine (UK), dançar ajuda a neutralizar doenças neurodegenerativas, como a demência e Alzheimer, porque exige do cérebro esforço de memória, coordenação e aprendizagem. E para completar, criar ou repetir passos de dança estimula a endorfina, o neuro-hormônio que diminui o estresse e aumenta o bem-estar!
IMAGEM: Bartlomiej Stroinsk
Por que nosso cabelo fica branco?
Não há uma resposta científica definitiva sobre a causa, mas estudos atribuem essa “metamorfose capilar” principalmente ao envelhecimento. Na verdade, todo cabelo na origem é branco e passa a ganhar cor antes mesmo do nosso nascimento devido à proteína da melanina, que distribui pigmentos de diferentes cores produzidos pelas células dos melanócitos. Mas esta função regride com o avanço do tempo. Estudiosos acreditam que nossos folículos pilosos possuem um “relógio melanogênico” que regula a pigmentação do cabelo com a idade, e começa diminuir o ritmo à medida que ficamos mais velhos, tornando os cabelos primeiro grisalhos e depois brancos.
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Brasileiro está perdendo o sono
O Brasil está entre os três países do mundo onde as pessoas dormem menos, quase empatado com Japão e Singapura. Enquanto ali o número médio de duração do sono dos habitantes é de 7 horas e 24 minutos, brasileiros ficam com 7 horas e 36. Já os felizardos que dormem mais são os holandeses, ultrapassando 12 minutos das saudáveis oito horas! A conclusão é de uma pesquisa da Universidade de Michigan (EUA), que usou dados de usuários do app Entrain, criado para ajudar a se adaptar ao fuso horário. Seis mil pessoas em mais de cem países concordaram em compartilhar as informações do aplicativo para o estudo, que foi publicado na revista estadunidense ScienceAdvances.
Imagem: Nur Cengiz
Afinal, por que temos duas orelhas?
Porque a qualidade do som é melhor quando se ouve dos dois lados, como acontece com o som estéreo, que copiou o modelo da natureza colocando-as em dois lados da cabeça. Ter uma orelha de cada lado também ajuda o cérebro a determinar de onde o som está vindo e a ouvir quatro vezes mais do que se tivéssemos apenas uma. Uma única orelha seria suficiente para ouvir, mas o som recebido apenas por um lado perderia muito em clareza e nuance. Duas, ajudam a ouvir e identificar sons em meio a ruídos externos. Já sob o ponto de vista filosófico, o pensador grego Epicteto, que viveu entre os anos 55 e 135 dC já dizia que o ser humano possui duas orelhas e uma só boca para ouvir mais e falar menos.
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Somos humanos porque cozinhamos...
Esta curiosa hipótese, levantada pelo primatólogo inglês Richard Wrangham, causou grande impacto nos meios científicos no fim da década passada e continua aquecendo discussões. Segundo a teoria, o aumento do tamanho do cérebro humano -- fator que nos distanciou de outros animais -- pode estar diretamente relacionado com o arte de cozinhar. A explicação é que os alimentos cozidos nos permitiram acumular mais energia no corpo, ajudando a nossa escalada evolutiva. Uma das comparações é que ao longo de mais de 500 mil anos, o homo erectus duplicou o tamanho do seu cérebro, o que não ocorreu com nossos irmãos chimpanzés e gorilas que continuaram ingerindo alimentos crus. Richard Wrangham, é professor da Universidade de Harvard.
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Grávidas sonham mais?
Não há comprovação científica, mas a queixa é comum: durante a gestação: as mulheres dizem que sonham mais e têm sonhos estranhos. Uma das explicações possíveis é o aumento da produção hormonal que causa não apenas mudanças físicas como emocionais. Outra possibilidade vem do rompimento com o padrão de sono. A grávida acorda muitas vezes à noite, levanta frequentemente para ir ao banheiro, o que impacta o sono REM, ou seja, a fase em que os sonhos acontecem, o que pode aumentar a capacidade de lembrar do sonho e ter a impressão de que sonhou mais.
Imagem: Simona Balint
Respiração e vida
Ao respirar, todos sabem, levamos ar para os pulmões e garantimos nossa sobrevivência. Isso ocorre porque o ar contém oxigênio e sem o oxigênio as células não poderiam assimilar os alimentos que chegam através do sangue e são transformados em energia. Essa energia é utilizada pelas células para movimentar os músculos, enviar mensagens através dos nervos e gerar novas células. O alimento transformado em energia também gera o calor que contribui para manter quente o interior do nosso corpo mesmo quando a temperatura externa esteja baixa. No fim desse processo, o oxigênio que consumimos ao respirar é devolvido ao ambiente em forma de gás carbônico, fundamental, por exemplo, para a realização da fotossíntese, sem a qual os vegetais não sobreviveriam!
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Ilusão de ótica não é “culpa” dos olhos
Quando temos uma ilusão de ótica não é o nosso olho que está funcionando mal. É o cérebro que interpreta a visão de forma errada. Como sabemos, a imagem que vai para a retina é invertida, mas graças ao trabalho de análise e interpretação da nossa massa cinzenta temos uma visão estável e coerente do que vemos -- e o cérebro leva apenas um décimo de segundo para fazer isso. De vez em quando, os neurônios se precipitam, o que é suficiente para cometer erros e vermos o que está imóvel se movimentando ou tamanhos e cores diferentes do real. Existem disponíveis na interne ttestes e passatempos criados especialmente para provocar este “desvio”, intrigando (e divertindo) nossos olhos e cérebro.
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