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Dr. Giovanni Capozzielli - Diretor Técnico Médico - CRM-SP 124333

Curiosidades sobre Saúde e Bem-Estar

Informações surpreendentes e curiosas para quem gosta de cuidar do corpo e da mente.

Relógio biológico x obesidade

Relógio biológico x obesidade

Pesquisa da Oregon Health and Science University (OHSU) revelou que pessoas com obesidade gastam menos energia durante o dia do que as que apresentam peso saudável.

 

A conclusão destaca a relação entre a forma como o corpo queima calorias e a obesidade, indicando que homens que dormiam menos apresentaram níveis mais altos de gordura na barriga e maiores pontuações de risco de síndrome metabólica do que os que dormiam melhor. Já as mulheres neste grupo, apresentaram maior porcentagem geral de gordura corporal, além de glicose e frequência cardíaca em repouso.

 


Música e memória

Segundo estudo publicado na revista especializada PLOS ONE, a música aumenta nossa capacidade de aprender e reter novas informações. A conclusão vem de trabalho envolvendo 40 participantes com idades entre 18 e 24 anos.

 

Os pesquisadores colocaram peças musicais diferentes enquanto visualizavam formas abstratas, indicando que a música ajudou a memorizar as formas com mais facilidade.

 

Música e memória

Bebida alcoólica e demência

Bebida alcoólica e demência

De acordo com trabalho publicado na Clinical Medicine Trusted Resource, existe mesmo uma relação entre o consumo de álcool e o risco de desenvolver demência. O estudo contradiz pesquisas anteriores que apontavam que o consumo leve e moderado não apresentava risco na perda de memória.


Dormir mais no fim de semana faz bem?

Estudo recente da Sociedade Europeia de Cardiologia com a participação de 90 mil pessoas indicou que quem dorme mais horas nos fins de semana diminui em 20% o seu risco de doença cardíaca. O ideal, porém, as pessoas devem manter sete a nove horas semanais de sono durante a noite. Nada impede, porém aproveitar as folgas do fim de semana para um sono mais prolongado, acrescentam os estudiosos.

Dormir mais no fim de semana faz bem?

Levante e ande

Levante e ande

Reduzir em 40 minutos o tempo diário em que você fica sentado pode prevenir o agravamento da dor nas costas, de acordo com um estudo recente publicado no BMJ Open. Durante seis meses, os participantes que aumentaram o tempo de atividade em 20 minutos diários reduziram o sedentarismo e a dor. Vale lembrar que pessoas acima do peso, mais velhas e mais estressadas tendem a sofrer mais com esse mal. Portanto, mexa-se e fique de olho na balança!


Distanciamento social não é novidade

Sabia que o conceito de "distanciamento social" remonta a 6000 a.C? A revelação vem de antropólogos que analisaram os layouts de civilizações passadas, como a vila agrícola de Çatalhöyük (Anatólia), a mais antiga do planeta. E acabaram descobrindo que, intuitivamente, os moradores evoluíram melhor por se separarem em bairros, como um tipo de cápsula, ao invés de viverem em áreas muito povoadas. Isso impediu que vários surtos de doenças se espalhassem. 

Distanciamento social não é novidade

Melhor amigo também da sua saúde

Melhor amigo também da sua saúde

Tutores enumeram facilmente as vantagens de conviver com pets, mas agora é a vez dos cientistas comprovarem. Pesquisas recentes revelaram que os animais de estimação evoluíram para ficar mais sintonizados com os humanos. Por exemplo: cães e gatos conseguem entender não apenas algumas palavras, mas também o tom de voz, a linguagem corporal e os gestos de seu tutor. Além disso, ajudam a reduzir o estresse, a ansiedade, a depressão porque incentivam a prática de exercícios, reduzindo as chances do tutor a prevenir a pressão alta e suprir a necessidade do toque –  outra razão dos efeitos terapêuticos.


A influência das mundanças climáticas

As mudanças do clima vão afetar a vida e a saúde das pessoas de várias maneiras, sobretudo nos países em desenvolvimento, pois podem causar o aumento da poluição do ar, a redução da quantidade e da disponibilidade de água limpa e de alimentos. Estima-se que entre 2030 e 2050 mais de 250 mil mortes acontecerão ao ano em decorrência da desnutrição, da malária, da diarreia e do estresse térmico provocados pelas mudanças nos ciclos da natureza e do desmatamento. Os custos diretos para estão calculados hoje em US$4 milhões ao ano até 2030. O mundo precisa rever as emissões para evitar este cenário pior.

A influência das mundanças climáticas