Café e doença renal
Pessoas que tomam vários cafezinhos por dia podem sofrer maior risco de desenvolver doença renal crônica, segundo um novo estudo realizado por cientistas da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins-Bloomberg, em Baltimore.
De acordo com a pesquisa, a descoberta é bastante relevante para a prevenção de doenças renais por meio de modificações dietéticas.
Exercício e pandemia
Pessoas que se exercitaram durante o período da pandemia tiveram menos ansiedade e depressão do que as que não se exercitaram, segundo estudo publicado na revista “Preventive Medicine”. Mais de 20 mil pessoas participaram da pesquisa em seis regiões dos Estados Unidos.
Relógio biológico x obesidade
Pesquisa da Oregon Health and Science University (OHSU) revelou que pessoas com obesidade gastam menos energia durante o dia do que as que apresentam peso saudável.
A conclusão destaca a relação entre a forma como o corpo queima calorias e a obesidade, indicando que homens que dormiam menos apresentaram níveis mais altos de gordura na barriga e maiores pontuações de risco de síndrome metabólica do que os que dormiam melhor. Já as mulheres neste grupo, apresentaram maior porcentagem geral de gordura corporal, além de glicose e frequência cardíaca em repouso.
Música e memória
Segundo estudo publicado na revista especializada PLOS ONE, a música aumenta nossa capacidade de aprender e reter novas informações. A conclusão vem de trabalho envolvendo 40 participantes com idades entre 18 e 24 anos.
Os pesquisadores colocaram peças musicais diferentes enquanto visualizavam formas abstratas, indicando que a música ajudou a memorizar as formas com mais facilidade.
Bebida alcoólica e demência
De acordo com trabalho publicado na Clinical Medicine Trusted Resource, existe mesmo uma relação entre o consumo de álcool e o risco de desenvolver demência. O estudo contradiz pesquisas anteriores que apontavam que o consumo leve e moderado não apresentava risco na perda de memória.
Dormir mais no fim de semana faz bem?
Estudo recente da Sociedade Europeia de Cardiologia com a participação de 90 mil pessoas indicou que quem dorme mais horas nos fins de semana diminui em 20% o seu risco de doença cardíaca. O ideal, porém, as pessoas devem manter sete a nove horas semanais de sono durante a noite. Nada impede, porém aproveitar as folgas do fim de semana para um sono mais prolongado, acrescentam os estudiosos.
Levante e ande
Reduzir em 40 minutos o tempo diário em que você fica sentado pode prevenir o agravamento da dor nas costas, de acordo com um estudo recente publicado no BMJ Open. Durante seis meses, os participantes que aumentaram o tempo de atividade em 20 minutos diários reduziram o sedentarismo e a dor. Vale lembrar que pessoas acima do peso, mais velhas e mais estressadas tendem a sofrer mais com esse mal. Portanto, mexa-se e fique de olho na balança!
Distanciamento social não é novidade
Sabia que o conceito de "distanciamento social" remonta a 6000 a.C? A revelação vem de antropólogos que analisaram os layouts de civilizações passadas, como a vila agrícola de Çatalhöyük (Anatólia), a mais antiga do planeta. E acabaram descobrindo que, intuitivamente, os moradores evoluíram melhor por se separarem em bairros, como um tipo de cápsula, ao invés de viverem em áreas muito povoadas. Isso impediu que vários surtos de doenças se espalhassem.
